| Processo: | 19/12456-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea |
| Pesquisador responsável: | José Adriano Fenerick |
| Beneficiário: | José Cesar Fernandes Gomes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Franca. Franca , SP, Brasil |
| Assunto(s): | História da cultura Contracultura Músicos Rock (música) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | contracultura | David Bowie | underground | História da Cultura |
Resumo Lançado em novembro de 1970, o álbum The Man Who Sold The World, do músico inglês David Bowie se situava em um contexto no qual a utopia hippie do "verão do amor" já entrava em um processo de desconfiguração e o rock como uma forma de expressão que abarcava diversos aspectos musicais ligados a contracultura já se incorporava profundamente a cultura de massa. Desse modo, o presente projeto pretende trazer à discussão em que medida a música de Bowie faz referência e contesta os elementos próprios da cena musical underground dos anos 1960, ao passo que trata de questões próprias da década de 70. Assim, a discussão é feita a partir da análise da conduta de David Bowie a respeito da experimentação musical e seu diálogo com as práticas musicais contemporâneas ao lançamento de seu álbum The Man Who Sold The World, usando o conceito de mediação desenvolvido pelo sociólogo Raymond Willians na obra Marxismo e Literatura, de 1971. | |
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