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Análise do número de células f em sangue periférico de pacientes com anemia falciforme e sua correlação com parâmetros clínicos e laboratoriais

Processo: 19/14453-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Ferreira Costa
Beneficiário:Pedro de Oliveira Toro da Silva
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/00984-3 - Doenças dos glóbulos vermelhos: fisiopatologia e novas abordagens terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Sinais e sintomas   Anemia falciforme   Hemoglobina fetal   Hematologia

Resumo

A anemia falciforme resulta de uma mutação pontual no códon do gene ²-globina (HBB), levando a substituição de um ácido glutâmico por uma valina (GAT’GTG) na sexta posição dessa cadeia polipeptídica. Sendo caracterizada pela homozigose da hemoglobina S (SS). O nível de HbF presente nos eritrócitos de pacientes com anemias hemolíticas pode vir a amenizar o quadro clínico e a gravidade na anemia falciforme. A HbF, após o nascimento, torna-se limitada a um pequeno contingente de eritrócitos, as células F, mas um aumento nos seus níveis é normalmente visto nas ²-hemoglobinopatias. A gravidade da hemólise crônica pode ser avaliada através de biomarcadores específicos, que servem como fator de prognóstico. Assim, o presente estudo tem como objetivo quantificar o número de células F em amostras de pacientes com anemia falciforme atendidos no Hemocentro da UNICAMP. Tendo em vista o conteúdo apresentado, nota-se a importância da análise do número de células F de pacientes com anemia falciforme e sua correlação com parâmetros clínicos e laboratoriais, que pode vir contribuir para o esclarecimento da fisiopatologia da anemia falciforme.