| Processo: | 19/08471-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 16 de janeiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História Antiga e Medieval |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Cândido da Silva |
| Beneficiário: | Marina Duarte Sanchez |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 20/13244-9 - Memória familiar e estatuto social feminino em túmulos aristocráticos merovíngios (séculos VI e VII), BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Arqueologia Túmulos Aristocracia Hierarquia Feminino Memória |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aristocracia | Arqueologia Medieval | Merovíngios | Arqueologia Medieval |
Resumo No final do século V, na região entre os rios Sena e Reno, surgiu um modelo de inumação intitulado de "túmulos de chefe", que se caracterizava pela semelhança na organização dos depósitos e por um mesmo padrão estilístico dos objetos. Dentro desse modelo, há variações no tipo de deposição, que dependem não só da posição do indivíduo na hierarquia, mas também de seu gênero, idade e família. Os depósitos não podem ser encarados como reflexos passivos do pertencimento à aristocracia, pois também constroem um discurso, tanto referente aos inumados quanto as suas famílias e suas aspirações políticas. A hipótese inicial da pesquisa é que a variação nas inumações se dava pelas diferentes funções desses indivíduos na materialização e reprodução de sua memória familiar, prática fundamental na legitimação da posição e dos direitos aristocráticos de uma família. Assim, a pesquisa tem por objetivo estudar a especificidade feminina na construção da memória familiar, buscando, portanto, compreender as práticas funerárias e o papel social das mulheres dentro das estratégias de disputa pelo poder no seio da aristocracia merovíngia. O estudo será feito a partir de relatórios de escavação, onde serão analisados os objetos e os espaços funerários dos seguintes túmulos: o túmulo da rainha Aregonda (século VI), encontrado na Catedral de Saint-Denis (França); o da "Dama de Grez-Doiceau" (século VI), encontrado na necrópole de Bossut-Gottechain (Bélgica); o da rainha Visegarda (século VI), encontrado na Catedral de Colônia (Alemanha); o túmulo 12 de Saint-Dizier, encontrado na necrópole de La Tuilerie (França); e, finalmente, o túmulo da rainha Batilda (século VII), encontrado em Chelles (França). (AU) | |
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