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Utilização de técnicas sorológicas e moleculares na distinção de cães vacinados e naturalmente infectados por Leishmania (L.) infantum chagasi

Processo: 18/12188-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:José Angelo Lauletta Lindoso
Beneficiário:Joedh dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Sorologia   Doenças infecciosas em animais   Doenças parasitárias em animais   Leishmaniose visceral animal   Reação em cadeia por polimerase (PCR)   Leishmania   Leishmania infantum

Resumo

Métodos sorológicos são empregados em inquéritos caninos e os métodos atualmente empregados, não distinguem cães infectados de vacinados. Um dos alicerces empregados para o controle da leishmaniose visceral canina (LVC) é a eutanásia, porém há outros métodos intervencionistas como o uso de coleiras impregnadas com piretróides e vacinas anti-Leishmania que poderiam ser empregados nos programas de controle da LV. Um dos problemas, em usar a vacina no âmbito da saúde pública, é que durante os inquéritos caninos pode haver dificuldade em se distinguir cães vacinados dos infectados. A partir de amostras obtidas de um trabalho anterior, fomentado pela FAPESP, realizado em Panorama-SP, avaliaremos se é possível distinguir cães vacinados daqueles infectados naturalmente. Serão utilizadas amostras de seis grupos diferentes de intervenção, colhidas nos tempos 0, 180 e 360 dias. Utilizar-se-ão amostras de soro e DNA obtido a partir de linfonodos. As amostras de soros serão avaliadas pelos seguintes métodos: Teste imunocromatográfico (DPP); ELISA L. major-like e ELISA ESA. As amostras de linfonodos serão utilizadas para detecção de DNA de Leishmania infantum chagasi utilizando-se a PCR em Tempo Real (qPCR) tendo como alvo, o DNA do minicírculo do cinetoplasto. Quanto a análise de dados, os valores sorológicos de cada teste com seus antígenos serão comparados para acusar os que demonstram positividades nas reações. DPP através de tabela indicando os resultados positivos e negativos e os ELISAs por meio da densidade óptica. A PCR em Tempo Real será efetuada em quatro análises: Curva de amplificação e de dissociação, Espectro e Componente. Espera-se que a pesquisa contribua para distinção de cães vacinados, daqueles infectados. (AU)

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