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Estudo do(s) mecanismo(s) molecular(es) e celular(es) em transtornos mentais

Processo: 19/09207-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Mirian Akemi Furuie Hayashi
Beneficiário:João Victor Silva Nani
Instituição-sede: Instituto Nacional de Farmacologia (INFAR). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50891-1 - INCT 2014: Translacional em Medicina, AP.TEM
Assunto(s):Antipsicóticos   Transtornos mentais   Esquizofrenia

Resumo

Os Transtornos Mentais (TMs) são caracterizados por alterações no funcionamento do SNC, e estas afecções psiquiátricas tem atraído a atenção de pesquisadores de diversas áreas devido à alta prevalência e às características clínicas altamente debilitantes. Diferente da maioria das doenças orgânicas que são mais conhecidas, o diagnóstico para os TMs ainda é essencialmente baseado em entrevistas clínicas, que muitas vezes pode levar a um diagnóstico impreciso, pois há muitas semelhanças, principalmente nos sintomas, entre os diversos TMs mais conhecidos. Visando o melhor entendimento das alterações bioquímicas e/ou moleculares envolvidas nessas patologias, estamos empenhados em demonstrar que as oligopeptidases e o sistema neuropeptidérgico desempenham um papel fundamental tanto para a susceptibilidade, envolvido tanto no processo neurodesenvolvimento, quanto para a progressão desses transtornos. Embora os estudos com modelos animais para a esquizofrenia (SCZ) e os estudos clínicos com pacientes com SCZ tenham auxiliado no melhor entendimento das alterações na atividade das oligopeptidases, até o momento, não foi possível o estudo das vias moleculares e/ou celulares que possam de fato indicar o(s) mecanismo(s) determinante(s) destes transtornos. Portanto, propomos nesse trabalho uma avaliação bioquímica, celular e molecular, empregando diferentes modelos com alterações já observadas na SCZ, antes e após tratamentos com antipsicóticos convencionais e/ou empregando intervenções inovadoras, visando obter mais informações sobre os mecanismo(s) molecular(es) envolvido(s) nos TMs, e que possam auxiliar no diagnóstico, na descoberta de novos alvos e no desenvolvimento de novas terapias. (AU)