| Processo: | 19/09207-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 15 de setembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Mirian Akemi Furuie Hayashi |
| Beneficiário: | João Victor Silva Nani |
| Instituição Sede: | Instituto Nacional de Farmacologia (INFAR). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/50891-1 - INCT 2014: Translacional em Medicina, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/03297-3 - Explorando os mecanismos celulares e moleculares envolvidos nos transtornos do neurodesenvolvimento: investigando o papel do elemento de distribuição nuclear símile-1 (Ndel1), BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Antipsicóticos Transtornos mentais Esquizofrenia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antipsicóticos | cultura de células | esquizofrenia | Modelo Animal | oligopeptidases | Transtornos mentais | Farmacologia |
Resumo Os Transtornos Mentais (TMs) são caracterizados por alterações no funcionamento do SNC, e estas afecções psiquiátricas tem atraído a atenção de pesquisadores de diversas áreas devido à alta prevalência e às características clínicas altamente debilitantes. Diferente da maioria das doenças orgânicas que são mais conhecidas, o diagnóstico para os TMs ainda é essencialmente baseado em entrevistas clínicas, que muitas vezes pode levar a um diagnóstico impreciso, pois há muitas semelhanças, principalmente nos sintomas, entre os diversos TMs mais conhecidos. Visando o melhor entendimento das alterações bioquímicas e/ou moleculares envolvidas nessas patologias, estamos empenhados em demonstrar que as oligopeptidases e o sistema neuropeptidérgico desempenham um papel fundamental tanto para a susceptibilidade, envolvido tanto no processo neurodesenvolvimento, quanto para a progressão desses transtornos. Embora os estudos com modelos animais para a esquizofrenia (SCZ) e os estudos clínicos com pacientes com SCZ tenham auxiliado no melhor entendimento das alterações na atividade das oligopeptidases, até o momento, não foi possível o estudo das vias moleculares e/ou celulares que possam de fato indicar o(s) mecanismo(s) determinante(s) destes transtornos. Portanto, propomos nesse trabalho uma avaliação bioquímica, celular e molecular, empregando diferentes modelos com alterações já observadas na SCZ, antes e após tratamentos com antipsicóticos convencionais e/ou empregando intervenções inovadoras, visando obter mais informações sobre os mecanismo(s) molecular(es) envolvido(s) nos TMs, e que possam auxiliar no diagnóstico, na descoberta de novos alvos e no desenvolvimento de novas terapias. (AU) | |
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