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Estudo do efeito da leptina sobre a função e o metabolismo de macrófagos in vitro via mTORC1 e mTORC2

Processo: 19/10876-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Pedro Manoel Mendes de Moraes Vieira
Beneficiário:Juliana Silveira Prodonoff
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/15626-8 - Imunometabolismo em macrófagos e em Linfócitos T nas doenças inflamatórias e metabólicas, AP.JP
Assunto(s):Macrófagos   Metabolismo   Leptina   Obesidade

Resumo

A obesidade é uma doença que afeta milhões de pessoas mundialmente, sendo caracterizada por um perfil pró-inflamatório sistêmico de baixo grau. A hiperleptinemia acompanhada da obesidade é decorrente da resistência hipotalâmica à leptina. A leptina é produzida pelo tecido adiposo em resposta à ingestão alimentar e age no hipotálamo, controlando essa ingestão. Essa adipocina também tem propriedades pró-inflamatórias. A resistência central à leptina está associada a um excesso dessa adipocina no organismo, o que pode agravar a inflamação sistêmica de baixo grau observada na obesidade. Na obesidade, ocorre um aumento na infiltração de macrófagos, os quais possuem um perfil pró-inflamatório. Dessa forma, entender como a leptina modula os macrófagos é essencial. O mTOR é um sensor metabólico responsável por regular diversas funções celulares. Nossa hipótese é que a leptina funcionaria como um sinalizador de estado nutricional sistêmico que, por meio da via do mTOR, informaria o macrófago sobre a disponibilidade de nutrientes para que possa adaptar seu metabolismo e, consequentemente, sua função. Nesse projeto, temos como objetivo determinar como a leptina modula a via de mTOR e a subsequente função e metabolismo de macrófagos.