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Análise de subgrupos de corredores recreacionais pela cinemática de tornozelo e pé: uma abordagem por técnicas de inteligência artificial

Processo: 19/15744-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Isabel de Camargo Neves Sacco
Beneficiário:João Pedro Silva Santos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/14810-0 - Biomecânica e aspectos funcionais do sistema musculoesquelético de corredores: efeito crônico de exercícios terapêuticos e do envelhecimento, AP.TEM
Assunto(s):Biomecânica   Inteligência artificial   Corredores   Atividade física   Tornozelo     Cinemática   Estudos retrospectivos

Resumo

A prática da corrida é uma atividade física que recebe uma aderência cada vez maior ao redor do mundo, decorrendo de fatores tais como sua fácil implementação à rotina do praticante e baixo custo além de inúmeros benefícios, como redução e controle da pressão arterial, aumento da capacidade cardiorrespiratória, estimulação à formação óssea, redução do estresse e melhoria do padrão de sono. Contudo, um preparo biomecânico inadequado do corredor pode ser acompanhado por um aumento da prevalência de lesões nos membros inferiores, decorrente de fatores como coordenação inapta dos membros ou devido a um baixo desempenho das estruturas musculoesqueléticas, com destaque para os pés, responsáveis pela absorção de carga e propulsão durante a corrida. Estudos mostram que o treinamento específico da musculatura dos pés melhora o equilíbrio, a estrutura dos arcos plantares e sua força muscular, além de prevenir a ocorrência de deformidades articulares. Portanto, o complexo tornozelo-pé é peça chave durante a abordagem biomecânica da corrida. Entretanto, corredores podem responder de maneira variável a uma mesma abordagem terapêutica de um programa de exercícios para a musculatura intrínseca do pé devido os seus padrões cinemáticos variáveis do complexo tornozelo-pé durante a locomoção. Deste modo, torna-se necessário verificar a existência da possibilidade desses sujeitos serem classificados em subgrupos homogêneos distintos, levando em conta estes padrões cinemáticos, antes da implementação de uma abordagem terapêutica. Além disso, também é importante identificar como esses subgrupos respondem a uma intervenção de exercícios para os músculos dos pés em termos da cinemática do tornozelo-pé. Portanto, este projeto objetiva verificar, utilizando uma ferramenta de inteligência artificial, a possibilidade de corredores serem classificados em subgrupos homogêneos em função de seus padrões cinemáticos do complexo tornozelo-pé e analisar os efeitos de um programa de exercícios para a musculatura intrínseca do pé nos padrões cinemáticos desses diferentes agrupamentos. Trata-se de um estudo retrospectivo baseado nos dados de 50 corredores fundistas.

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