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Modulação térmica da interação de células apresentadoras de antígenos com linfócitos T

Processo: 19/16851-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandre Alarcon Steiner
Beneficiário:Gabriela Carvalho Santos Ferreira
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/03418-0 - Hipotermia na Sepse: causas e consequências, AP.TEM
Assunto(s):Imunidade adaptativa   Regulação da temperatura corporal   Hipotermia   Linfócitos T   Técnicas de cocultura   Modelos animais

Resumo

Evidências indicam que o desenvolvimento de hipotermia em formas graves de inflamação sistêmica não reflete falência termorregulatória, mas sim uma resposta regulada que pode ter valor biológico, por equilibrar a relação entre oferta e demanda de oxigênio no choque endotóxico e por limitar o infiltrado neutrofílico nos pulmões. Porém, tais benefícios a curto-prazo podem ter um custo no que se refere ao desenvolvimento da resposta imune dependente de linfócitos a longo-prazo. Neste projeto, essa questão será avaliada em co-culturas de células apresentadoras de antígenos com linfócitos T. Essas populações celulares serão isoladas de camundongos saudáveis por esferas magnéticas conjugadas a anticorpos, e as co-culturas serão estimuladas in vitro com o fungo P. brasiliensis em temperaturas de 33 a 40ºC. Após cinco dias de cultivo, será avaliada a proliferação dos linfócitos, assim como será avaliado o perfil de citocinas linfocitárias no meio de cultura (IFN-g, IL-4, Th17 e IL-10). Em experimentos separados, os fenótipos dos linfócitos e das células dendríticas serão identificados por citometria de fluxo.