| Processo: | 19/07059-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos |
| Pesquisador responsável: | Carlos Alberto de Souza Costa |
| Beneficiário: | Clovis Bergamin Griso |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estética ortodôntica Materiais dentários Clareamento de dente Citotoxicidade Odontoblastos Estresse oxidativo Catálise Óxido de manganês Peróxidos Análise estatística de dados |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | citotoxicidade | clareamento dental | Odontoblastos | Citotoxicidade |
Resumo Tem sido demonstrado que a catálise química do peróxido de hidrogênio (H2O2) presente em géis clareadores pode ser uma alternativa interessante para minimizar a difusão deste radical livre tóxico pela estrutura dental e melhorar a ação clareadora do produto. Dentre os ativadores químicos existentes, os óxidos à base de manganês constituem uma diversificada classe de óxidos metálicos, os quais se encontram em abundância na natureza e desempenham papel importante como agentes catalisadores. No entanto, poucos estudos demonstraram a eficácia dos géis clareadores que receberam a incorporação desses óxidos metálicos. Dessa forma, o objetivo do presente estudo é avaliar a citotoxicidade trans-amelodentinária, difusão de H2O2 e eficácia clareadora de um gel com 35% de H2O2 associado aos catalizadores dióxido de manganês (MnO2) e óxido-ferro manganês (MnFeO). Para tanto, discos de esmalte e dentina serão submetidos ao clareamento com um gel contendo 35% de H2O2 (3x 15 minutos), ao qual será incorporado as concentrações de 2 mg/mL, 4 mg/mL e 6 mg/mL dos óxidos metálicos em estudo. No grupo controle positivo, o clareamento será realizado com o gel sem a adição dos óxidos, sendo que no grupo controle negativo nenhum tratamento será realizado no esmalte. A alteração de cor será medida em espectrofotômetro de reflexão-UV de acordo com o sistema CIE L*a*b*. Para avaliação da citotoxicidade trans-amelodentinária, os discos serão adaptados em câmaras pulpares artificiais (CPAs), as quais serão posicionadas em placas de 24 compartimentos contendo 1mL de meio de cultura (DMEM), de maneira que este fique em íntimo contato com a dentina. Após realização ou não dos procedimentos experimentais de clareamento sobre o esmalte, uma alíquota do extrato (DMEM + componentes de difusão do gel clareador) será aplicado por 1 hora sobre células odontoblastóides MDPC-23 previamente semeadas em placas de cultura. Em seguida, a viabilidade celular (teste do MTT) e o estresse oxidativo (fluorescência H2DCFDA) serão avaliados, sendo que a quantidade de H2O2 capaz de se difundir pelos discos também será determinada (violeta leuco-cristal/peroxidase). Os dados numéricos obtidos através da aplicação dos protocolos laboratoriais serão submetidos à análise estatística específica. | |
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