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A razão animal: animalidade na ciência do homem de David Hume

Processo: 19/14764-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 22 de outubro de 2019
Vigência (Término): 21 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Pedro Paulo Garrido Pimenta
Beneficiário:Dario de Queiroz Galvão Neto
Supervisor no Exterior: Laurent Jaffro
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne, França  
Vinculado à bolsa:18/03829-0 - Vivacidade, prazer e hábito: a constituição da subjetividade em David Hume, BP.DR
Assunto(s):Razão   Imaginação   Instinto   Animais

Resumo

Neste estágio de pesquisa pretende-se investigar o problema da razão dos animais em Hume. Nosso objetivo consiste em examinar por que, segundo o filósofo, não se pode negar a razão aos animais, bem como questionar o papel do animal no interior da filosofia humeana. Para tanto, estudaremos a maneira como Hume concebe a analogia entre homem e animal, sem ignorar as distinções que o autor faz entre ambos. Estudaremos, ainda, o significado de suas concepções de instinto e razão, procurando entender como ambas as concepções articulam-se entre si a tal ponto que a razão devém ela mesma um instinto. A fim de elucidar a originalidade da posição humeana, outras concepções de razão animal no século XVIII fazem parte deste trabalho, notadamente aquelas encontradas em Buffon e Condillac, que se disputam em torno dessa questão.