| Processo: | 19/13578-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística |
| Pesquisador responsável: | Roberto Gomes Camacho |
| Beneficiário: | Monielly Cristina Saverio Serafim |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sintaxe Atribuição Gramática funcional Nomes próprios Língua portuguesa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atribuição | Gramática discursivo-funcional | Nome próprio | referência | Sintaxe funcional |
Resumo Este projeto se debruça sobre a análise dos nomes próprios do português. Geralmente definidos em contraste com os nomes comuns, os nomes próprios são palavras que se referem a um único indivíduo, sendo, portanto, por excelência, expressões referenciais. No arcabouço teórico da Gramática Discursivo-Funcional (GDF - HENGEVELD; MACKENZIE, 2008), os nomes próprios correspondem, no Nível Interpessoal (NI), a um Subato Referencial (R) ou a um Participante (P) no caso de vocativo. É objeto deste trabalho apenas o primeiro tipo de fenômeno, que, no Nível Representacional (NR), é formalizado por meio de uma variável-x de núcleo vazio, cuja consequência para os nomes próprios é não poderem receber modificação semântica. Keizer (2008), por seu lado, postula que nem sempre os nomes próprios representam entidades referenciais, podendo ter também função atributiva, o que, na GDF, seria representado por meio de um Subato de Atribuição (T) no NI e por uma variável-x com núcleo lexical no NR. Com base nessas duas posições, este projeto propõe um estudo dos nomes próprios com o objetivo de responder às seguintes perguntas: i) seria o nome próprio sempre um Subato de Referência?; ii) como se daria a atuação do nome próprio no Nível Representacional?; iii) sobre que níveis e camadas a modificação do nome próprio incide?; iv) haveria diferenças relevantes na codificação morfossintática do sintagma nominal do qual o nome próprio faz parte em termos das funções de referência e de atribuição? A resposta a essas perguntas poderá fornecer resultados teóricos relevantes para a compreensão do nome próprio em termos gerais e, mais especificamente, poderá trazer contribuições teóricas para a GDF em termos do modo de representação pragmática, semântica e morfossintática do nome comum e do nome próprio. (AU) | |
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