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Nitrogênio mineralizável e responsividade do milho em sistemas de rotação de culturas no Cerrado

Processo: 19/00978-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Rafael Otto
Beneficiário:Raíssa de Araujo Dantas
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Fertilidade do solo   Fertilizantes nitrogenados   Milho   Mineralização   Cerrado
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Adubação nitrogenada | brachiaria ruziziensis | Crotalaria juncea | eficiência da adubação | Isnt | nitrogênio orgânico | Fertilidade do Solo

Resumo

O nitrogênio (N) é o nutriente exigido em maiores quantidades pelas culturas e o mais utilizado mundialmente. A estimativa do potencial de mineralização do N do solo é importante para melhorar a eficiência da adubação nitrogenada, tendo em vista que o solo é a principal fonte do nutriente para as plantas. Entretanto, a inclusão do N mineralizável do solo em métodos de recomendação de adubação nitrogenada ainda não é empregada devido à dificuldade de sua quantificação. O Illinois Soil Nitrogen Test (ISNT), método de estimativa do N mineralizável por meio de extração alcalina com NaOH, destaca-se como método promissor. Porém, estudos posteriores evidenciaram que o método extrai uma quantidade fixa do N orgânico do solo e, por isso, não representa a fração lábil. A hipótese deste estudo é que a extração com NaOH adotada no método ISNT superestima a fração lábil do N orgânico do solo. O objetivo será avaliar o N mineralizável em cultivo de milho verão em rotação com plantas de cobertura (gramíneas, leguminosas e crucífera), por meio de métodos químicos e biológicos, com destaque para variações na concentração de NaOH no método ISNT. As avaliações irão incluir: massa seca da parte aérea, produtividade e acúmulo de N pelo milho, métodos químicos (ISNT com 0,25, 0,5, 1,0 e 2,0 mol L-1 NaOH e C oxidável por KMnO4), biológicos (incubação aeróbia e enzimas ²-glucosidase e celulase) e recuperação do N fertilizante pelo milho (técnica do isótopo 15N). A inovação desta proposta é a parceria com a Embrapa Cerrados, que possui um experimento de longa duração com cultivo de milho verão em rotação com dez espécies (gramíneas, leguminosas e crucífera), com e sem aplicação de N. Resultados preliminares indicam diferença na responsividade ao N pelo milho em função da rotação com as plantas de cobertura. No experimento serão avaliados os índices demineralização do N do solo que possam se correlacionar com a resposta do milho ao N em condições de campo. O aspecto inédito deste trabalho é a busca por um método prático e simples de estimativa da mineralização do N do solo que possa ser utilizado futuramente na recomendação de adubação nitrogenada pelo milho. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
DANTAS, Raíssa de Araujo. Plantas de cobertura afetam as frações de nitrogênio do solo e a responsividade do milho ao nitrogênio na região do Cerrado. 2023. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALA/BC) Piracicaba.

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