Busca avançada
Ano de início
Entree

Videoarte, registro de performance e ativismo no Brasil: Lenora de Barros e Mariana Collares

Processo: 19/13689-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Artes do Vídeo
Pesquisador responsável:Regilene Aparecida Sarzi Ribeiro
Beneficiário:Sofia Sartori dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Artes visuais   Vídeo   Performance (arte)   Feminismo   Ativismo   Análise de conteúdo   Pesquisa bibliográfica

Resumo

O tema deste projeto de pesquisa é a videoarte, os registros de performances e a relação com o feminismo e o ativismo no Brasil, por meio do estudo da série de vídeos I don't want to see nothing (2005) de Lenora de Barros e de duas videoartes Isto (2013) e Dress Code (2015) de Mariana Collares. A proposta de pesquisa surgiu a partir da seguinte questão: em que medida a videoarte influencia a militância feminista no Brasil entre os anos de 2005 a 2015? Os objetivos são investigar e conhecer a obra em vídeo de artistas brasileiras cujo tema é o ativismo e o feminismo no recorte temporal proposto pela pesquisa; e analisar um conjunto de videoartes das artistas Lenora de Barros e Mariana Collares, à luz da teoria estética do filósofo francês Jacques Rancière. Trata-se de uma pesquisa teórica, bibliográfica e descritiva do tipo qualitativa, a partir da coleta de dados, análise documental e de conteúdo, tendo como base um referencial estético-filosófico. Jacques Rancière afirma que a partilha da sensível é ao mesmo tempo algo que une e difere a estética e a política. Lenora de Barros e Mariana Collares com vivências distintas e de épocas diferentes, são artistas mulheres que produzem vídeos de arte e de caráter experimental e ativista, que se entrelaçam em diversos momentos. Ambas trazem a questão linguística para suas obras em vídeo produzindo textos, poemas e sonoridades, cujos resultados são vídeos que tratam diretamente do corpo e do feminino. Exploram o meio como veículo político, impactando e intrigando os espectadores. Neste sentido, as videoartes feministas hoje estão nas redes sociais e na internet e atingem diferentes públicos e indivíduos que compõe o movimento feminista ou não.