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Epidemiologia molecular de Xanthomonas citri, o agente causal do cancro cítrico em São Paulo

Processo: 19/18059-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Convênio/Acordo: CONFAP ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil ; UK Academies
Pesquisador responsável:Henrique Ferreira
Beneficiário:Hayen Alonso
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/05497-7 - Epidemiologia molecular de patógenos mutiresistentes a drogas no Brasil e desenvolvimento de novas estratégias de controle, AV.EXT
Assunto(s):Fitopatologia   Genomas   Análise de sequência de DNA   Genética populacional   Diversidade genética   Cancro (doença de planta)   Xanthomonas citri   São Paulo

Resumo

ACC é causada pela bactéria Xanthomonas citri subsp. citri (X. citri), que causa queda de frutos, desfolha e até morte da planta. Sabe-se pouco sobre sua diversidade em São Paulo, pois poucos estudos foram realizados levando-se em conta a descrição detalhada da estrutura genética da população bacteriana espalhada no estado e pela falta de foco epidemiológico nas análises. O sequenciamento de genomas é o padrão ouro para se examinar a estrutura genética/populacional e pode fornecer subsídios para estudos das causas das doenças, traçar caminhos de espalhamento dos patógenos e fornecer dados sobre a evolução de resistência antimicrobiana. Entretanto, tais metodologias foram aplicadas a subgrupos de isolados de X. citri em São Paulo. Neste, examinaremos a diversidade e epidemiologia de X. citri isoladas de plantas em São Paulo e usando sequenciamento de genomas. Compararemos dados com relatos de isolados históricos e outros de outros países. Este estudo mostrará a estrutura genética da população atual em áreas de alta, média e baixa incidência de ACC. Fornecerá informações sobre o espalhamento da ACC, se existem linhagens hiper-virulentas, a frequência de troca de material genético entre isolados e com espécies diferentes de bactérias e a magnitude do problema de resistência a cobre.