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O papel da Engenharia Tecidual no desenvolvimento de modelos "in vitro" para testes de biocompatibilidade e avaliação biológica

Processo: 19/15640-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia
Pesquisador responsável:Monica Beatriz Mathor
Beneficiário:Maria Fátima Guarizo Klingbeil
Instituição-sede: Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/50332-0 - Capacitação científica, tecnológica e em infraestrutura em radiofármacos, radiações e empreendedorismo a serviço da saúde (PDIp), AP.PDIP
Assunto(s):Cultura de células   Engenharia tecidual   Modelos   Teste de biocompatibilidade

Resumo

A Engenharia Tecidual há algum tempo tem avançado de forma grandiosa em busca de novas alternativas terapêuticas, utilizando cada vez mais, diferentes materiais biológicos (células e tecidos) associados a matrizes tridimensionais, a fim de proporcionar a construção de órgãos e tecidos humanos perdidos por doenças, ausências ou de forma acidental. O foco principal do atual projeto consiste no desenvolvimento de modelos "in vitro" para testes de radiofármacos desenvolvidos no IPEN, fármacos e nanopartículas. Consequentemente faz parte a organização, catalogação e armazenagem das células isoladas de tecidos e comprovação de teoria de nicho compatível para a diferenciação de células mesenquimais visando sua utilização como modelos estruturais para utilização em ensaios "in vitro".As condições de armazenagem, bem como os seus protocolos, deverão focar a estabilidade e segurança do material biológico, a fim de promover seu aproveitamento quando necessário para aplicação nas avaliações e experimentos, tendo também como foco adequar as pesquisas dentro das novas normas internacionais da diminuição do número de animais em experimentação, e substituição por testes equivalentes. Devemos, além disso, cumprir as exigências regulatórias nacionais e internacionais da ANVISA, INMETRO, Agência Internacional de Energia Atômica, FDA, Comunidade Europeia, entre outras.