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Expressão de RNAs longos não-codificadores em pacientes infectados por leishmaniose tegumentar

Processo: 19/13541-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Pesquisador responsável:Flavia Lombardi Lopes
Beneficiário:Mariana Cordeiro Almeida
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Epigênese genética   Leishmaniose visceral   RNA longo não codificante   Expressão gênica   Resposta imune

Resumo

A leishmaniose é uma doença parasitária considerada um grave problema de saúde pública, sendo endêmica em 98 países. Os agentes causadores da doença são protozoários do gênero Leishmania. De acordo com as manifestações clínicas, a doença é classificada em dois tipos: leishmaniose tegumentar (LT) e leishmaniose visceral (LV). A LT é o tipo mais comum da doença, e engloba as formas cutâneas e mucocutânea. A Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) é responsável pela Leishmaniose Cutânea Localizada (LCL), a forma mais simples da doença, e também por formas mais graves como a Leishmaniose Mucocutânea (LMC). No Brasil, a LTA, apresenta casos registrados em todas as regiões do país. De 3 a 5% dos casos de LCL evoluem para LMC. Mecanismos fisiológicos são regulados principalmente pelo DNA que sofre influência de um conjunto de processos denominados mecanismos epigenéticos, que garantem uma regulação tempo-tecidual da expressão gênica. Os RNAs longos não-codificadores (lncRNAs) apresentam funções diversificadas dentro de mecanismos celulares como regulação da expressão gênica, recrutamento de fatores transcricionais, além de ação reguladora durante quadros patológicos e ativação da resposta imune. Esse trabalho tem como objetivo processar dados já obtidos em estudos anteriores para elucidar a expressão de lncRNAs anotados e diferencialmente expressos em pacientes infectados por leishmaniose tegumentar que apresentam lesão primária e eventualmente desenvolvem lesão mucocutânea.