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Modelagem ecológica preditiva para a aocorrência de Febre Maculosa Brasileira no Estado de São Paulo

Processo: 19/13505-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 28 de outubro de 2019
Vigência (Término): 27 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Adriano Pinter dos Santos
Beneficiário:Claudia Araujo Scinachi
Supervisor no Exterior: Andrew Townsend Peterson
Instituição-sede: Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Kansas, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:17/05255-8 - Avaliação da competência de cães domésticos como hospedeiros amplificadores da bactéria Rickettsia rickettsii para Carrapatos Amblyomma aureolatum e modelagem espacial ecológica preditiva para ocorrência de Febre Maculosa Brasileira no Estado de São Paulo, BP.DR
Assunto(s):Amblyomma aureolatum   Modelagem   Rickettsia rickettsii

Resumo

A Febre Maculosa Brasileira (FMB) é uma zoonose transmitida por vetores que tem como agente patogênico, bactérias da espécie Rickettsia rickettsii. Na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), o vetor responsável pela transmissão é o carrapato Amblyomma aureolatum, que depende das características ambientais típicas do bioma Mata Atlântica para sobreviver (temperatura e umidade). Como se sabe, a ecologia espacial baseia-se na determinação do papel do espaço nos processos ecológicos a nível local e global, e um dos seus objetivos é determinar quais os fatores que influenciam a distribuição das espécies. Isso também pode ajudar a determinar a distribuição de doenças e o risco de transmissão. A distribuição do FMB na RMSP está associada à presença do vetor e ao perfil ecológico da área (degradação da floresta em contato com a matriz urbana). Este estudo pretende determinar, através de modelagem espacial usando Maxent, quais áreas têm maior ou menor probabilidade de apresentar casos de FMB levando em conta as condições necessárias para a ocorrência do vetor A. aureolatum, bem como os aspectos ecológicos que facilitam a interação de o vetor com seus hospedeiros no ambiente. O resultado poderia ajudar a antecipar a ocorrência da doença, facilitando a vigilância epidemiológica e a avaliação de áreas prioritárias para ações preventivas e de controle