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Compreendendo o microambiente tumoral do osteossarcoma

Processo: 19/18670-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 24 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Silvia Regina Caminada de Toledo
Beneficiário:Alini Trujillo Paolillo
Supervisor no Exterior: Ching Ching Lau
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Jackson Laboratory (JAX), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/01718-0 - Análise dos mecanismos genéticos envolvidos na resistência à quimioterapia no osteossarcoma metastático, BP.DR
Assunto(s):Osteossarcoma   Imunoterapia   Oncologia pediátrica

Resumo

O osteossarcoma é o tumor ósseo maligno primário mais comum que afeta crianças, adolescentes e adultos jovens. Pacientes com doença localizada são curados em 65% dos casos, mas nenhuma melhora no prognóstico foi observada desde a implementação da quimioterapia há 40 anos. A fim de melhor entender a biologia do osteossarcoma e desenvolver novas imunoterapias, propomos usar as mais modernas tecnologias genômicas para estudar o microambiente do osteossarcoma em alta resolução. Nós estaremos usando duas técnicas altamente inovadoras, mas de alto custo, para fazer a descoberta inicial com um número limitado de casos (20). Sequenciamento de transcriptoma de célula única (SCT) será realizado para determinar o conteúdo do tipo celular desses tumores. Em seguida, desenvolveremos um painel de anticorpos a ser empregado em imagens de citometria de massa. Além disso, o sequenciamento de RNA de leitura longa (LRseq) será realizado em um grupo de casos do projeto TARGET, o qual possui dados de RNAseq, sequenciamento completo do exoma (WES) e sequenciamento completo do genoma (WGS). Transcritos de fusão e isoformas candidatos serão rigorosamente validados, e a anotação incluirá a localização das proteínas expressas, o que será útil para priorizar a exploração futura desses potenciais alvos para imunoterapia. Anticorpos monoclonais ou células CAR-T serão desenvolvidos para se ligarem a proteínas da superfície celular, enquanto vacinas tumorais serão desenvolvidas para neo-antígenos intracelulares. Enfim, propomos abordar uma lacuna crítica de conhecimento em osteossarcoma pediátrico, criando um mapa detalhado e abrangente do microambiente tumoral, bem como uma biblioteca abrangente de isoformas e proteínas de fusão que possam, no futuro, representar neoantígenos para imunoterapia.