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Papel da EPPIN (Epididymal Protease Inhibitor) sobre a maturação pós-testicular de espermatozóides de camundongos: consequências para a função espermática

Processo: 19/13661-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Erick José Ramo da Silva
Beneficiário:Alan Andrew dos Santos Silva
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/08227-0 - Estudo da EPPIN como macromolécula-alvo para contracepção masculina: desenvolvimento de modelo animal para avaliar a eficácia de fármacos contraceptivos masculinos, AP.JP
Assunto(s):Fisiologia da reprodução   Espermatozoides   Dispositivos anticoncepcionais   Inibidores de proteases   Camundongos

Resumo

A EPPIN (Epididymal protease inhibitor) é um membro da superfamília de inibidores de protease, presente na superfície do espermatozoide, onde atua na regulação da motilidade espermática. Estudos demonstraram que anticorpos anti-EPPIN e moléculas de baixo peso molecular ligantes da EPPIN inibiram a motilidade progressiva de espermatozoides de primatas, demonstrando o potencial dessa proteína como alvo de fármacos contraceptivos masculinos. Pouco se sabe, entretanto, sobre o mecanismo de ação da EPPIN no controle da motilidade espermática, bem como seu papel em eventos pós-testiculares associados à competência fértil do espermatozoide que ocorrem durante seu trânsito pelo epidídimo e após a ejaculação, como maturação e capacitação espermática, respectivamente. Neste projeto, propomos investigar o impacto da maturação pós-testicular sobre a distribuição da EPPIN no espermatozoide de camundongos, bem como o seu papel em eventos associados à motilidade e capacitação. Para tal, avaliaremos a localização da EPPIN em espermatozoides nos diferentes estágios de maturação pós-testicular, incubados em condições que sustentam ou não a capacitação, por ensaios de imunofluorescência e de Western blot. Além disso, avaliaremos o impacto do bloqueio da EPPIN na superfície dos espermatozoides com dois anticorpos anti-EPPIN que reconhecem epítopos na região N- e C-terminal da EPPIN (Q20E e S21C, respectivamente) em eventos associados à motilidade e capacitação espermática: 1) motilidade ativada e hiperativada, por ensaios de CASA (Computer-assisted sperm analysis); 2) níveis intracelulares de AMPc, por ensaios de AlphaScreen; e 3) fosforilação da PKA (proteína quinase A), por ensaios de Western blot. Os resultados desse projeto fornecerão novas perspectivas sobre as funções da EPPIN no espermatozoide e para sua exploração como alvo farmacológico para contracepção masculina. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: