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Influência do metabolismo de L-arginina e poliaminas no perfil de transcritos e microRNAs em macrófagos murinos infectados com Leishmania amazonensis

Processo: 19/07089-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 30 de setembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia
Pesquisador responsável:Sandra Marcia Muxel
Beneficiário:Jonathan Miguel Zanatta
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia molecular   Interações hospedeiro-patógeno   Leishmania   Poliaminas   L-arginina   Óxido nítrico   Macrófagos   MicroRNAs

Resumo

A infecção de mamíferos com o protozoário parasita Leishmania amazonensis acarreta a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada e de grande prevalência no Brasil. A montagem da resposta imunológica frente a infecção dispõe-se de recursos pós-transcricionais, tais como os microRNAs que vêm sendo amplamente estudados nas leishmanioses. Os caminhos que envolvem a expressão de genes envolvidos na via de produção de poliaminas e óxido nítrico (NO) vêm sendo mais bem compreendidos e trazem luz a uma minuciosa regulação mediada por microRNAs (miRNAs). Ainda, tanto o parasito quanto os macrófagos usam L-arginina como substrato para a produção de poliaminas via enzima arginase; ou NO via enzima óxido nítrico sintase; e assim, modular o balanço entre a sobrevivência do parasita e a montagem da resposta inflamatória. Desta forma, os esforços reunidos a fim de compreender a perturbação produzida pela Leishmania ao hospedeiro, evidenciam que o metabolismo de L-arginina é de suma importância para a sustentação da infecção. Nesse sentido, o presente projeto propõe-se a analisar a expressão de mRNAs e miRNAs envolvidos no metabolismo de L-arginina em macrófagos de camundongos BALB/c infectados com L. amazonensis, nas condições de privação ou suplementação de L-arginina e putrescina e como estes metabólitos influenciam na infectividade permitindo ou não uma maior replicação dos parasitos.