| Processo: | 19/18965-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia |
| Pesquisador responsável: | João Paulo Gabriel Camporez |
| Beneficiário: | Felipe Nunes de Camargo |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/04956-5 - Impacto do Receptor de Estrogênio Alpha na Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica e Metabolismo Energético do Fígado, AP.JP |
| Assunto(s): | Endocrinologia Hepatopatia gordurosa não alcoólica Metabolismo energético Estradiol Hepatócitos Receptor alfa de estrogênio Técnicas in vitro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dhgna | estradiol | Metabolismo energético hepatico | Nash | Receptor de Estrogênio Alpha | Endocrinologia |
Resumo Estilo de vida e o aumento do consumo de dieta rica em gorduras contribuem amplamente para o desenvolvimento de obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo 2 (DM2) e doenças cardiovasculares. Além disso, doenças cardiovasculares associadas a complicações metabólicas, como resistência à insulina e obesidade, são menos prevalentes em mulheres jovens do que em homens na mesma idade ou mulheres na pós-menopausa. Diversos mecanismos são atualmente considerados como causadores da resistência à insulina, como metabolismo anormal de lipídios e acúmulo ectópico do mesmo, disfunção mitocondrial, além de inflamação e estresse de retículo endoplasmático. Uma das consequências do estilo de vida ocidental e dieta rica em gorduras é a Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA), que afeta cerca de 30% dos adultos e até 10% das crianças em países desenvolvidos. Nas últimas décadas, dados provenientes de estudos clínicos e experimentais revelaram que o estradiol (mais potente estrogênio) contribui enormemente para a homeostase glicêmica. De fato, a redução da concentração de estrogênio durante a menopausa é associada com o aumento de gordura visceral e, por sua vez, doenças metabólicas como resistência à insulina, DM2 e doenças cardiovasculares. Sendo o fígado um órgão central no desenvolvimento do DM2, o objetivo geral desse projeto é estudar (in vivo e in vitro) a função do receptor de estrogênio alpha (ER±) sobre o metabolismo energético hepático utilizando cultura celular primária de hepatócitos e animais com modulação da expressão do ER± no fígado (knockdown ou overexpression) através do uso de vírus adeno associado (AAV) para avaliação ou animais com deleção do ER± especificamente no fígado (sistema Cre-Lox). Esse projeto permitirá o estabelecimento de uma nova linha de pesquisa no departamento envolvendo o impacto da sinalização de hormônios sexuais, como o estradiol, sobre o metabolismo energético, além dos mecanismos envolvidos no desenvolvimento da DHGNA e possíveis alvos e novas abordagens para o desenvolvimento de tratamento/prevenção da DHGNA e DM2. Além disso, esse projeto permitirá o estabelecimento da técnica, considerada "padrão ouro", de clamp hiperinsulinêmico-normoglicêmico em camundongos com o uso de traçadores radioativos para determinar possíveis alterações no metabolismo da glicose in vivo. O estabelecimento dessa técnica no departamento permitirá contribuir, com excelência, a alta demanda para fenotipagem de camundongos com relação ao metabolismo da glicose. | |
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