Busca avançada
Ano de início
Entree

Papel do fator de necrose tumoral alfa (TNF-a) endógeno no potencial osteogênico de células-tronco mesenquimais derivadas de tecido adiposo

Processo: 19/14680-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Emanuela Prado Ferraz
Beneficiário:Giovanna Zerbato Sanchez
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Regeneração óssea   Células-tronco mesenquimais   Tecido adiposo   Osteoblastos   Fator de necrose tumoral alfa   Expressão gênica   Ratos Wistar

Resumo

A terapia celular tem sido proposta como uma estratégia para o tratamento de defeitos ósseos, constituindo uma abordagem de interesse para a Odontologia e a Medicina. Dentre os diferentes tipos celulares que podem ser empregados, as células-tronco mesenquimais derivadas do tecido adiposo (CTM-TA) surgem como uma alternativa pela sua facilidade de obtenção associada à menor morbidade, comparadas às células derivadas da medula óssea (CTM-MO). Contudo, às CTM-TA têm sido atribuídos menor potencial osteogênico. Resultados prévios evidenciaram a diminuição da diferenciação osteoblástica induzida pelo fator de necrose tumoral alfa (TNF-a) liberado por adipócitos. Assim, nossa hipótese é que o TNF-a produzido e liberado pelas CTM-TA tenha efeito inibitório na diferenciação osteoblástica destas células. Nesse contexto, o objetivo do presente projeto é investigar o papel do TNF-a endógeno no potencial osteogênico das CTM-TA. Ratos Wistar serão utilizados para obtenção de CTM-TA, que serão avaliadas quanto a expressão temporal gênica e proteica de TNF-a e seus receptores TNFR1A e TNFR1B. Em seguida, as CTM-TA serão transfectadas com clones de shRNA para os receptores isoladamente ou associados e avaliadas com relação à diferenciação osteoblástica por: 1) expressão dos genes fosfatase alcalina (ALP), RUNX2, osteopontina (OPN) e osteocalcina (OC); 2) atividade de ALP e 3) produção de matriz extracelular mineralizada. Como parâmetro para a diferenciação osteoblástica, serão utilizadas CTMs-MO obtidas dos mesmos animais. Os resultados desse estudo podem contribuir para o entendimento dos mecanismos intracelulares envolvidos na diferenciação e atividade de células osteoblásticas derivadas de CTM-TA, e contribuir na aplicação e o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento envolvendo terapia celular na regeneração óssea.