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Medindo serviços ecossistêmicos em áreas protegidas

Processo: 19/15933-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Teresa Cristina Magro
Beneficiário:Ricardo Reale
Supervisor no Exterior: Immaculada Oliveras Menor
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Oxford, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:17/24013-5 - Empresas sustentáveis e unidades de conservação, BP.DR
Assunto(s):Biodiversidade   Serviços ambientais   Desenvolvimento sustentável   Ecossistemas   Mudança climática

Resumo

O aumento do consumismo estimulado pelo crescimento da população mundial aumentou as produções dos setores agrícola, industrial e energético. Assim, os recursos ambientais foram explorados rapidamente, levando à perda de biodiversidade e às mudanças climáticas. Com o intuito de reduzir esses problemas, vários acordos internacionais multissetoriais foram desenvolvidos para tentar mitigar e minimizar os impactos ambientais sofridos pelo planeta. Devido à alta relevância econômica e suas atividades causando reconhecidos danos ambientais, os setores agrário, energético e industrial estão no centro da discussão ambiental. Esses setores já vêm desenvolvendo mitigações de danos ambientais, mas ainda existe pouco debate sobre se as ações desenvolvidas são suficientes para suprir o estoque de recursos naturais fornecidos pelos ecossistemas. Nesse contexto, o projeto FAPESP nº 2017/24013-5 em andamento no Brasil está investigando o mecanismo que explica a associação com a interferência entre práticas de sustentabilidade e ações de conservação da biodiversidade em áreas naturais. O projeto em desenvolvimento no Brasil foi dividido em quatro etapas, sendo que este estágio de pesquisa no exterior desenvolverá o estágio (3), buscando avaliar a taxa de provisão de serviços ecossistêmicos de áreas naturais ao redor de empresas analisadas nas etapas desenvolvidas no projeto principal. Assim, unificando os resultados de ambos os projetos (estágios brasileiros [1, 2 e 4] e estágio [3] no Reino Unido), será possível inferir o quanto as organizações consomem de áreas naturais e quanto elas devem estimular por meio de ações de conservação ambiental para reabastecer os serviços ecossistêmicos.