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Torrefação de briquetes de resíduos agroindustriais

Processo: 19/17838-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola
Pesquisador responsável:Andrea Cressoni de Conti
Beneficiário:Verônica Verniano Peres Cequinatto
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rosana. Rosana , SP, Brasil
Assunto(s):Biomassa   Resíduos agroindustriais   Briquete   Bagaço de cana-de-açúcar   Ligantes   Lignina   Eucalipto   Torrefação

Resumo

O uso da biomassa como um combustível alternativo vem crescendo nos últimos anos. Tal fato se deve a busca constante de fontes de energia que substitua os combustíveis fósseis e que diminua o impacto sobre o meio ambiente. O Brasil possui condições naturais e geográficas totalmente favoráveis a produção de diferentes biomassas. O país possui florestas destinadas ao reflorestamento em que a madeira tem como finalidade ser extraída. As espécies mais comuns para essa extração são as de eucalipto e pinus. Se destaca também a biomassa de bagaço e palha proveniente da cana-de-açúcar que é produzida em grande escala no Brasil através do setor sulcroalcooleiro. Desejando a utilização energética é necessária uma alta densidade energética. Para alavancar essa propriedade e melhorar as características físicas e químicas desvantajosas como; o difícil manuseio, transporte e alto teor de umidade, utiliza-se o processo de densificação energética através da briquetagem. Para uma melhora do poder calorífico do material utiliza-se o processo de torrefação. Assim, juntando-se ambos os processos, densificação energética e torrefação, tem-se uma ótima alternativa para tornar a biomassa mais atrativa e com maior valor econômico. O uso de ligantes na produção de briquetes podem favorecer a formação dos mesmos, principalmente quando se usa resíduos agroindustriais. O presente trabalho tem como objetivo produzir briquetes a partir de blendas de palhiça e bagaço de cana-de-açúcar e utilizar a madeira do Eucalyptus Saligna, que possui boa quantidade de lignina, como ligante e analisar a formação desses briquetes. Serão produzidos briquetes sem e com torrefação a 300pC, a fim de verificar se houve uma melhora significativa nas propriedades do material e dos briquetes. (AU)