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Filogeografia e genética da conservação de uma frutífera nativa do Brasil: cajazeira (Spondias mombin)

Processo: 19/15544-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal
Pesquisador responsável:Elizabeth Ann Veasey
Beneficiário:Igor Araújo Santos de Carvalho
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/04100-6 - Filogeografia, história evolutiva e genética da conservação de frutíferas nativas do Brasil: bacurizeiro (Platonia insignis), cajazeira (Spondias mombin) e umbuzeiro (Spondias tuberosa), AP.R
Assunto(s):Evolução molecular   Genética populacional   Diversidade genética   Cajá   Spondias mombin   Marcador molecular

Resumo

No Brasil, merece destaque a extraordinária diversidade e potencialidade dos frutos da Amazônia e do Nordeste, que vêm despertando muita atenção. Dentre esses destaca-se a cajazeira (Spondias mombin L), uma árvore frutífera semidomesticada, diploide (2n = 32), pertencente à família Anacardiaceae. Este projeto tem como objetivos: a) avaliar os níveis de diversidade genética e a estrutura genética entre as populações de cajazeira; b) determinar se a diversidade genética é resultado da retração ou fragmentação de habitats ancestrais ou de expansão recente; c) estimar o fluxo gênico ancestral, tamanho efetivo populacional ancestral e o tempo de divergência para a espécie. Para isso serão utilizados marcadores microssatélites nucleares (ncSSR) e microssatélites cloroplastidiais (cpSSR). Serão realizadas coletas nos estados do Amazonas, Maranhão, Pernambuco, Paraíba e Bahia. Serão estimados diversos parâmetros de diversidade, assim como a estrutura genética populacional e filogeográfica por meio de análises bayesianas, análises de agrupamento, de coordenadas principais, e rede de haplótipos, entre outras. As informações sobre a diversidade, estrutura genética e filogeografia serão primordiais para o seu uso racional e para a elaboração de estratégias eficientes de conservação in situ e/ou ex situ dessas espécies. Com a bolsa, o bolsista terá oportunidade de aprimorar seus conhecimentos tanto nas técnicas dos marcadores moleculares envolvidos, como nas análises estatísticas e interpretação dos dados obtidos e poderá ser inserido como técnico qualificado no mercado de trabalho, sobretudo em laboratórios de biologia molecular. (AU)