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Análise e caracterização dos domínios N- e C-terminais da proteína humana BiP (HspA5)

Processo: 19/14209-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Julio Cesar Borges
Beneficiário:Bruna Siebeneichler
Instituição-sede: Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/26131-5 - Chaperoma: estudo da relação entre a estrutura dos seus componentes e a manutenção da proteostase, AP.TEM
Assunto(s):Biofísica   Proteínas   Imunoglobulinas   Proteínas de choque térmico HSP70   Proteínas recombinantes   Fluorescência   Método cromatográfico

Resumo

A proteína de ligação à imunoglobulina (BiP), pertence à classe de proteínas chamadas chaperonas moleculares e à família de proteínas de choque térmico de 70 kDa (Hsp70). Esta macromolécula é principalmente encontrada no retículo endoplasmático (RE) e atua no controle da proteostase celular, interagindo com proteínas, chamadas clientes, para que as mesmas adquiram sua conformação nativa. Ela apresenta dois domínios, o domínio N-terminal ou de ligação a nucleotídeos (DLN) e o domínio C-terminal ou de ligação proteínas cliente (DLP). A BiP desempenha um papel importante na regulação da resposta do RE aos diferentes tipos de estresse celular que podem estar associados a doenças neurodegenerativas e câncer. Visto sua importância, esse projeto de iniciação cientifica tem como objetivo caracterizar as proteínas recombinantes correspondentes ao DLN e DLP da Bip quanto a propriedades estruturais e funcionais. Neste contexto, os domínios recombinantes serão purificados por meio de técnicas cromatográficas e caracterizados por meio de técnicas biofísicas como espectropolarimetria de dicroísmo circular (CD), fluorescência intrínseca do triptofano e cromatografia de exclusão por tamanho analítica. Adicionalmente, os domínios terão sua estabilidade química e térmica monitoradas por calorimetria de varredura diferencial, CD e fluorescência. Além disso, os domínios N e C-terminais serão analisados funcionalmente por meio de sua atividade ATPásica e ensaios de prevenção de agregação de proteínas cliente modelo, respectivamente. Os dados obtidos permitirão caracterizar em termos de estrutura e função do DLP e DLN da BiP humana, inclusive em comparação a BiP humana recombinante, bem como compreender a importância e contribuição dos mesmos para o desempenho funcional da BiP. (AU)