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Efeito da sobre-expressão de BMP-9 por CRISPR/Cas9 em células-tronco mesenquimais na regeneração óssea

Processo: 19/18550-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Gileade Pereira Freitas
Beneficiário:Isabella Cristine dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Traumatologia   Regeneração óssea   Defeitos ósseos   Células-tronco mesenquimais   Proteínas morfogenéticas ósseas   Terapia baseada em transplante de células e tecidos

Resumo

O osso é um tecido com grande capacidade de regeneração, mas em algumas situações, a extensão da injúria impede o reparo do tecido. Nesse cenário, a terapia celular utilizando células-tronco mesenquimais derivadas de medula óssea (CTMs) tem atraído a atenção de diversos grupos de pesquisa por ser uma alternativa promissora em relação aos tratamentos existentes. As proteínas ósseas morfogenéticas (BMPs) são citocinas pertencentes à família do fator de crescimento transformante beta (TGF-b) e estão envolvidas em diversos processos biológicos, incluindo a diferenciação osteoblástica e a formação óssea. Dentre as diversas BMPs identificadas, a proteína óssea morfogenética 9 (BMP-9) é considerada uma das mais osteogênicas e ainda pouco explorada. Nesse contexto, a estratégia de terapia celular com CTMs modificadas geneticamente para super-expressar BMP-9, utilizando agrupados de curtas repetições palindrômicas regularmente interespaçadas (CRISPR-Cas9), torna-se uma alternativa viável para ser investigada no reparo de defeitos ósseos. Portanto, o objetivo do presente projeto é avaliar o efeito de injeções locais de CTMs-BMP9 na regeneração do tecido ósseo. Para isso, CTMs-BMP9 serão cultivadas em meio de crescimento por 10 dias. Para a regeneração do tecido ósseo, as CTMs-BMP9 serão injetadas diretamente em defeitos ósseos (5 mm de diâmetro) criados em calvarias de ratos (5x106 células/defeito). Ao final de 4 semanas, os animais serão eutanasiados e as amostras serão avaliadas por análise microtomográfica. Os dados quantitativos serão submetidos ao teste de aderência à curva normal para determinar o teste estatístico adequado, e o nível de significância será de 5%. Os resultados desse estudo poderão estabelecer novos parâmetros com relação à terapia celular para regenerar o tecido ósseo. (AU)