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Análise do metabolismo de glicose em animais deficientes para a osteoprotegerina

Processo: 19/20444-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Mariana Kiomy Osako
Beneficiário:Flávia Sayuri Matsuo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/11092-6 - Sistema RANKL na regulação de macrófagos presentes na inflamação do tecido adiposo, AP.JP
Assunto(s):Diabetes mellitus tipo 2   Receptor ativador de fator nuclear kappa-B   Osteoprotegerina   Glicose   Modelos animais de doenças

Resumo

Osteoprotegerina (OPG) é uma proteína secretada, solúvel, que atua como receptor isca da RANKL (ligante do receptor ativador de NFkB) impedindo a ligação desta ao seu receptor verdadeiro RANK (receptor ativador de NFkB); e que tem sido apontada como biomarcador de doenças como o diabetes mellitus tipo 2 (DM2). Entretanto, não há até o presente momento um mecanismo biológico que explique a razão do aumento no nível da OPG, e se esta é benéfica ou deletéria, e como novas terapias devem atuar no eixo RANK-RANKL-OPG. DM2 é uma doença multifatorial, e a resistência à insulina no tecido adiposo tem sido descrita como um evento desencadeador da doença, pois juntamente com o músculo esquelético e fígado, é responsável por captar glicose de forma dependente do estímulo de insulina. Em estudos recentes, demonstramos que RANKL tem ação anti-inflamatória em modelo de isquemia cerebral em camundongos. E nossos estudos preliminares mostram que camundongos OPG-/- têm resistência ao estabelecimento do quadro de DM2 induzida por dieta hipercalórica. Desta forma, o presente projeto tem o intuito de promover a capacitação do aluno na investigação do metabolismo da glicose em animais OPG-/- tratados ou não com dieta hipercalórica. As análises serão feitas por meio de técnicas modelo muito bem descritas para avaliação do metabolismo de glicose animal, como os testes de tolerância à glicose (GTT) e insulina (ITT) e ensaios de ELISA. (AU)