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Integração entre hospital terciário e Unidades Básicas de Saúde: projeto real: redesenhando a alta hospitalar

Processo: 19/21863-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Erika Veruska Paiva Ortolan
Beneficiário:Isabella Andreazza de Freitas
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/03796-7 - Integração entre hospital terciário e Unidades Básicas de Saúde: projeto real: redesenhando a alta hospitalar, AP.PP
Assunto(s):Gestão em saúde   Planejamento em saúde   Alta hospitalar   Readmissão do paciente

Resumo

Introdução: A readmissão hospitalar prevenível gera custos ao Sistema Único de Saúde (SUS), além de causar sofrimento social ao paciente. A Taxa de Readmissão tem sido usado como indicador para planejamento em saúde na gerência de planos privados de saúde e em sistemas de saúde internacionais. Seguindoa proposta do SUS da hierarquização da assistência, a integração otimizada das equipes de assistência poderá diminuir as readmissões. Objetivos: Este projeto propõe a aplicação da sistematização de transição do cuidado dos pacientes internados em hospitais terciários do SUS para as Unidades Básicas no momento da alta como ferramenta de otimização da integração hierarquizada. Métodos: Pacientes de alta do HCFMB serão randomizados para dois grupos. Os pacientes e familiares do Grupo Intervenção receberão orientações nos momentos de pré-alta e na alta, com informações em formato de protocolos padronizados a respeito da sua patologia e de sinais de alerta. Haverá checagem das informações recebidas e compreendidas pelo paciente ou familiar, além do atendimento aos retornos agendados na UBS, uso correta da medicação e das demais orientações no seguimento. O Grupo Controle de pacientes passará pelo procedimento de alta atual, sem orientações protocoladas, e sem seguimento integrado da assistência nas UBS. Todos os pacientes serão acompanhados por um período de 6 meses após a alta hospitalar. Serão comparados absenteísmo a consultas agendadas, número de visitas não agendadas a serviços de saúde e a taxa de reinternações. Será avaliado o impacto sobre cada desfecho para cada medida adotada. (AU)