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Atividade de enzimas antioxidantes e estresse oxidativo em células de pulmão humano, in vitro, expostas a material particulado atmosférico

Processo: 19/15727-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Marisa Narciso Fernandes
Beneficiário:Letícia Silva de Andrade
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Toxicologia ambiental   Pulmão   Estresse oxidativo   Material particulado   Enzimas antioxidantes   Catalase   Glutationa   Peroxidação de lipídeos   Glutationa peroxidase   Técnicas in vitro

Resumo

No Brasil, o material particulado atmosférico (MPA) se relaciona diretamente com a emissão de partículas na atmosfera em decorrência das atividades industriais e processos de urbanização. Na região costeira do Espírito Santo, Grande Vitória, onde há o complexo metalúrgico de Tubarão, o MPA é composto principalmente por metais e nanopartículas emitidos pelas indústrias minero-siderúrgicos, gerando contaminação contínua dos ecossistemas terrestres e aquático. A exposição constante da população ao MPA faz com que os nanomateriais metálicos sejam internalizados no organismo, particularmente nas células pulmonares, via respiração. Os componentes do MPA internalizados podem desencadear alterações no balanço redox nas células pulmonares gerando estresse oxidativo que, em geral, é a etiologia de diferentes doenças. Em vista disso, esse estudo tem como objetivo determinar se exposição ao MPA coletado próximo ao Complexo Tubarão, Espírito Santo, altera a atividade das defesas antioxidantes em células de pulmão humano, in vitro. As células serão expostas a concentrações subletais de MPA (MP10) e, posteriormente, será determinada a atividade das enzimas antioxidantes catalase (CAT), glutationa peroxidase (GPx) e o nível de glutationa (GSH) e, ainda será determinado o nível de peroxidação lipídica (LPO) nas células expostas para avaliação da ocorrência de estresse oxidativo. Em termos gerais, visto que o MPA apresenta potencial tóxico para o ecossistema e a população humana da região espera se que esse estudo possa contribuir para normas e regimentos que assegurem a proteção ao ambiente e a sociedade exposta a esses contaminantes.