Busca avançada
Ano de início
Entree

Estudo de formação de corona de mucina em nanopartículas de ouro e sílica e avaliação de interação com biomembranas sintéticas

Processo: 19/13565-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular
Pesquisador responsável:Valtencir Zucolotto
Beneficiário:Bruno de Oliveira Mendes
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Nanomedicina   Nanopartículas de ouro   Sílica   Mucinas   Monocamadas de Langmuir   Biomembranas

Resumo

A corona de proteínas vem demonstrando atuar de forma determinante em uma série de respostas biológicas de sistemas nanoestruturados, tanto in vitro quanto in vivo. A mucina é a proteína majoritária constituinte do muco que recobre todas as mucosas do organismo humano, como o trato gastrointestinal. Nanopartículas administradas pela via oral, por exemplo, encontrarão inevitavelmente esta proteína antes de alcançar a mucosa. Nossa hipótese é de que este contato entre nanopartículas e mucina pode levar à formação de corona e, consequentemente, alterar respostas biológicas importantes como a absorção intestinal e internalização/transporte por células epiteliais. Este projeto de iniciação científica tem como objetivo estudar a formação de corona de mucina em nanopartículas de ouro (AuNPs) e nanopartículas de sílica (SiNPs) e avaliar como esta modificação afeta interação com biomembranas sintéticas. Os dois tipos de partículas são estudados em nosso grupo de pesquisa para aplicações em foto-hipertermia e drug delivery, respectivamente. O processo de formação de corona de mucina será avaliado em partículas carregadas positivamente e negativamente para ambas AuNPs e SiNPs. Tamanho, Potencial Zeta e Concentração de Proteína Associada às partículas serão avaliados por DLS, mobilidade eletroforética e Método BCA, respectivamente. Energia de interação nanopartículas-mucina será avaliada por ITC. Por fim, a interação entre nanopartículas contendo ou não corona de mucina e modelos de membrana com os lipídeos sintéticos DPPC e DPPG será avaliada por meio de filmes finos de Langmuir.