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Papel das infecções virais na mortalidade fetal

Processo: 19/21876-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Nelson da Cruz Gouveia
Beneficiário:Jaqueline Helena da Silva Santos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/07765-0 - Mortalidade fetal: desafios do conhecimento e da intervenção, AP.TEM
Assunto(s):Etiologia   Sorologia   Virologia   Mortalidade fetal

Resumo

A mortalidade fetal representa um crescente e importante componente da mortalidade na infância. O óbito fetal está associado a condições maternas e fetais, bem como a fatores socioepidemiológicos e ambientais. Intercorrências na gestação que podem levar ao óbito fetal em geral estão associadas a doenças maternas pré-existentes, tais como a hipertensão arterial, diabetes e cardiopatias. As infecções congênitas representam outra intercorrência gestacional associada à mortalidade fetal. Entre 5% e 24% dos óbitos fetais têm sido atribuídos a etiologias infecciosas, com destaque para a malária, sífilis e o HIV, em países tropicais e de renda baixa. Para alguns agentes infecciosos a associação causal está claramente estabelecida, como o citomegalovírus (CMV), Parvovírus B19, Treponema pallidum e o Toxoplasma gondii, mas poucos estudos populacionais têm estudado esses agentes infecciosos. No presente estudo, além do CMV e Parvovirus B19, avaliaremos outras etiologias virais que podem estar associadas ao óbito fetal, tais como os vírus da dengue, da Zika e o herpesvírus humano 6.