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Avaliação histológica e molecular dos efeitos do pós-condicionamento isquêmico direto e remoto na isquemia intestinal aguda de ratos jovens

Processo: 19/12465-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Ana Cristina Aoun Tannuri
Beneficiário:Mateus Souza Abreu
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cirurgia pediátrica   Isquemia   Precondicionamento isquêmico   Técnicas histológicas   Modelos animais de doenças

Resumo

Isquemia mesentérica aguda (IMA) é uma emergência vascular que requer diagnóstico e intervenção precoces a fim de evitar necrose intestinal e óbito. A IMA é classicamente caracterizada por achados clínicos, laboratoriais e radiológicos pouco específicos, o que resulta em dificuldade diagnóstica que contribui para uma alta letalidade (60-80%). Além disso, trata-se de uma relevante complicação de diversas condições que acometem a faixa etária neonatal e pediátrica. Tentativas de se tratar a IMA por meio da reperfusão do tecido encontram como desafio o fenômeno de lesão por isquemia-reperfusão (I/R), em que a restauração do fluxo sanguíneo após o evento isquêmico original agrava o dano ao tecido. O pós-condicionamento isquêmico (PoCI) foi desenvolvido no sentido de minimizar o dano causado pela revascularização. Muitos autores demonstraram a eficácia do PoCI como uma forma de reduzir o dano por I/R na IMA em ratos adultos. Não obstante, inexistem estudos equivalentes sobre esta relação em modelos de ratos jovens (os mais adequados para avaliar possíveis aplicações clínicas na população pediátrica e neonatal). Neste estudo serão comparadas as técnicas de PoCI direto e indireto com a I/R, bem como comparar as duas técnicas de PoCI entre si, no contexto da IMA em modelos animais jovens (ratos Wistar de 21 dias e com 50-80g de massa). Serão utilizados 32 animais, alocados nos grupos: controle, lesão de isquemia e reperfusão, pós-condicionamento isquêmico direto e pós-condicionamento isquêmico remoto. Serão realizadas biópsias para análises histológica e molecular. (AU)