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Degradação do glifosato em meio aquoso usando processos oxidativos avançados

Processo: 19/20956-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Água e Solo
Pesquisador responsável:Juliane Cristina Forti
Beneficiário:Victor Evandro Costa da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Engenharia. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Tupã. Tupã , SP, Brasil
Assunto(s):Tratamento de água   Indústria agrícola   Agrotóxicos   Remoção de contaminantes   Reúso da água   Controladores digitais   Herbicidas   Glifosato   Processos oxidativos avançados   Método eletroquímico

Resumo

Pesquisas indicam que a contaminação das águas por agrotóxicos vem crescendo exponencialmente a cada dia. O herbicida que tem se destacado como um potencial causador de perigos para a saúde humana é o glifosato (N-(fosfonometil)glicina), um controlador sistêmico e não seletivo que é muito utilizado no cenário atual. Devido a essa adversidade surge como consequência a necessidade de estudos visando o tratamento eficiente, adequado e viável para esse herbicida. Os tratamentos que vem ganhando destaque pela sua eficiência são os processos eletroquímicos oxidativos avançados, os quais produzem radicais hidroxilas altamente oxidantes sendo capazes de oxidar compostos de difícil degradação. Nesse cenário, o objetivo desse estudo é aplicar e comparar diferentes tipos de processos eletroquímicos oxidativos avançados (Fenton, Eletro-Fenton, Fotoeletro e Fotoeletro-Fenton) na degradação do herbicida comercial Roundup® que contem glifosato em sua composição. Para isso serão utilizados eletrodos de óxidos e variações de concentrações de ferro e peróxido de hidrogênio, a fim de otimizar as condições de oxidação buscando a mineralização e a melhor relação custo/benefício do tratamento. (AU)