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Envolvimento da inflamação na resposta hipertrófica do músculo esquelético em ratos com Diabetes Mellitus Tipo I

Processo: 19/19097-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Rui Curi
Beneficiário:Maria Vitoria Martins Scervino
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia do exercício   Hipertrofia   Músculo esquelético   Resposta inflamatória   Diabetes mellitus tipo 1   Citocinas   Regeneração muscular   Modelos animais

Resumo

A sobrecarga no músculo esquelético desencadeia um processo inflamatório que modula o reparo e o remodelamento tecidual, promovendo hipertrofia. Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) apresentam perda de força e massa musculares. Entretanto, quando submetidos à sobrecarga mecânica, o músculo esquelético de animais diabéticos sofre hipertrofia na mesma magnitude dos animais controle. A inflamação é uma etapa do processo de hipertrofia muscular. Por sua vez, a hiperglicemia está intimamente associada ao aumento da expressão de marcadores inflamatórios nas células e tecidos dos pacientes diabéticos. Dessa forma, o quadro diabético poderia, como consequência da inflamação instalada, facilitar a hipertrofia muscular. Em vista do exposto, avaliaremos a resposta inflamatória e os mecanismos de regeneração e remodelamento após sete dias de sobrecarga em músculos com predominância de fibras glicolíticas (Extensor Digital Longo - EDL) e oxidativas (sóleo), concomitantemente ao estabelecimento do estado diabético induzido por estreptozotocina, em ratos. Serão determinadas: expressão gênica e proteica de citocinas pró e anti-inflamatórias, presença de infiltrados leucocitários no tecido muscular, o padrão de ativação de células satélites, a abundância de fibras colágenas dos tipos I e II e a expressão de fatores de crescimento. A hipótese a ser testada é de que o grau de inflamação pré-existente no músculo esquelético pode favorecer a hipertrofia muscular no quadro diabético. (AU)