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Imobilização de endoglucanases e xilanases de preparado enzimático comercial em óxido de grafeno magnetizado

Processo: 19/17690-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Fernando Masarin
Beneficiário:Leonardo Moreira Ropelato
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Oxidação química   Subprodutos agrícolas   Materiais lignocelulósicos   Imobilização de enzimas   Óxido de grafeno   Enzimas celulolíticas   Celulase   Endo-1,4-beta-xilanases

Resumo

Os subprodutos agroindustriais provenientes dos setores sucroalcooleiro e de celulose e papel, são constituídos principalmente por materiais lignocelulósicos. Esses materiais são renováveis e apresentam potencial para reutilização. Uma etapa fundamental no processamento da celulose e da hemicelulose de subprodutos agroindustriais é a sua hidrólise em açúcares monoméricos e sua posterior conversão em bioprodutos, destacando-se os biocombustíveis. Para isso, geralmente utilizam-se métodos químicos tradicionais, os quais requerem condições críticas e geram compostos químicos indesejáveis. Desta forma, um método menos agressivo é a hidrólise enzimática, a qual produz monossacarídeos sem gerar tais compostos indesejáveis. Entretanto, o uso de enzimas pode ser inviável dependendo de seu custo e da dificuldade de manutenção de sua estabilidade durante o processo biocatalítico. A fim de superar essas limitações, surge como uma técnica promissora a imobilização de enzimas em materiais sólidos o que oferece algumas vantagens, destacando-se a possibilidade de reuso da enzima, maior facilidade na separação do bioproduto e aumento da estabilidade da enzima. Nesse cenário, o óxido de grafeno (OG) se apresenta como um material promissor para a imobilização de enzimas, uma vez que o mesmo possui uma grande área superficial, compreendendo átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio. Além disso, o OG é obtido através da oxidação de cristais de grafite, os quais são baratos e abundantes. Neste contexto, o presente projeto propõe imobilizar enzimas celulolíticas, de preparado enzimático comercial, em óxido de grafeno magnetizado (OGM) e avaliar o potencial da imobilização no presente suporte. (AU)