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Fragmentação socioespacial, planejamento urbano e a renda da terra: a produção da cidade de Maringá/PR

Processo: 19/16989-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Márcio José Catelan
Beneficiário:Bruno Lucas Gonçalves
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/07701-8 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos e formas FragUrb, AP.TEM
Assunto(s):Geografia urbana   Mercado imobiliário   Renda da terra   Planejamento territorial urbano   Maringá (PR)

Resumo

Na contramão da tendência nacional a partir da década de 60, quando o acelerado crescimento urbano no Brasil acontecia, em grande parte, por meio de ações do planejamento urbano que se limitavam ao centro das cidades, Maringá, desde sua fundação foi marcada por forte ação do Estado no Planejamento Urbano e Regional sendo uma cidade planejada e projetada em sua totalidade naquele momento. Todavia, a intencionalidade do projeto inicial já partia do pressuposto de separar as zonas conforme o poder aquisitivo dos citadinos. Essa lógica de produção sócio-espacial segregadora foi intensificada ao longo do processo de produção da cidade, sustentada tanto pelo aval da gestão pública e do planejamento urbano, como pelo mercado imobiliário conformado desde a sua fundação. Por conta disso, pretende-se analisar as mudanças decorridas do preço da terra no contexto da fragmentação sócio-espacial por meio de procedimentos metodológicos, tais como: a construção espaço-temporal; o levantamento das diferentes políticas de zoneamento, o uso e a ocupação do solo e as sucessivas revogações da lei do perímetro urbano. Assim, chegaremos às especificidades na produção da cidade de Maringá no tocante à renda da terra, buscando compreender como por meio do paradigma da fragmentação sócio-espacial, considerando sua inserção na Rede Urbana na qual faz parte, a relação do mercado imobiliário com o Estado através das políticas de planejamento na produção da cidade fragmentada. (AU)