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Frequência de hipertensão mascarada em uma amostra de adultos jovens: fatores de risco e associação com lesão de órgão alvo subclínica

Processo: 19/20171-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Eduardo Barbosa Coelho
Beneficiário:Mariana Passos de Souza
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Hipertensão mascarada   Insuficiência renal crônica   Rigidez vascular   Jovens   Fatores de risco para doença cardiovascular   Regressão linear

Resumo

Hipertensão arterial (HA) é considerado o principal fator de risco cardiovascular modificável. Fenótipos de comportamentos da pressão arterial (PA) podem ser obtidos comparando-se valores da medida da PA em consultório (MPC) com os obtidos na Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial de 24h (MAPA). Dentre estes, a hipertensão mascarada (HM) é caracterizada como MPC dentro dos valores de normalidade e MAPA com comportamento anormal. HM está associada a lesão de órgão alvo (LOA) e eventos cardiovasculares em adultos com mais de 50 anos. O objetivo do projeto é determinar a frequência de HM, seus fatores de risco e sua associação com a presença LOA subclínica em uma amostra de adultos jovens. Serão avaliados dados de 1775 participantes da coorte iniciada em 1978/79 em Ribeirão Preto com 6827 nascidos vivos, reavaliados em 2017. A MPC foi realizada de acordo com as recomendações da VI Diretriz Brasileira de HA (DBH) com equipamento semiautomático Omron 742INT. MAPA (Cardios, Dynamapa) foi obtida com medidas a cada 15 minutos na vigília e a cada 30 no sono. Os fenótipos serão obtidos a partir dos valores de referência da VII DBH e da American Heart Association/American College of Cardiology (ACC/AHA) de 2017 e comparados. Amostras de sangue foram coletadas e usadas para quantificação de creatinina, cistatina C, HbA1c, colesterol, HDL e triglicérides e urina para microalbuminúria. Dados clínicos como uso de antihipertensivos, histórico de hipertensão ou diabetes, tabagismo, medidas do peso, estatura e cintura abdominal também foram obtidas. A TFG será estimada pela fórmula de CKD-EPI 2019 e o risco cardiovascular pela equação fornecida pela AHA/ACC 2017. A velocidade de onda de pulso (VOP, Atcor, sphygmocor) será usada para medir dano vascular subclínico. Os dados serão analisados por ANOVA, por modelos de regressão linear ou logística com o software SAS.