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Cidades médias, centro e centralidade e suas implicações na lógica socioespacial fragmentária em diferentes formações socioespaciais: Chapecó, Dourados, Ituiutaba, Mossoró e Marabá

Processo: 19/18533-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Eliseu Savério Sposito
Beneficiário:Vanessa Moura de Lacerda Teixeira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/07701-8 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos e formas FragUrb, AP.TEM
Assunto(s):Geografia urbana   Cidades médias   Centralidade   Cotidiano

Resumo

A partir do objetivo específico 1 do projeto (analisar a passagem da lógica socioespacial predominantemente centro-periférica para a lógica socioespacial fragmentária), o bolsista de pós-doutorado deverá levar em consideração o recorte territorial (cidades médias) e procurar entender como se dá a produção da cidade e a diferenciação no urbano, procurando identificar os processos sociais que levam à fragmentação socioespacial por meio de estudos sobre o movimento no espaço considerando a mobilidade e a acessibilidade urbanas. A proposta, portanto, é investigar as possibilidades de mudanças na passagem de uma lógica centro-periférica para a lógica socioespacial em rede, cuja estruturação e articulação ocorrem e decorrem da interescalaridade. Mesmo que a fragmentação socioespacial seja o ponto de convergência da investigação, ela deve ser compreendida como processo que permite compreender o modo como o urbano e as cidades são estruturados. O paradigma fragmentário ajudará a explicar como as lógicas, as dinâmicas e as práticas espaciais são alteradas e seus efeitos produzem e reproduzem a cidade no sentido da ocorrência das diferenciações e das desigualdades socioespaciais. As diferenciações que emergem no estudo da cidade podem reduzir a possibilidade de ir e vir, tanto na escala da cidade quanto da rede urbana. Com essas premissas, será preciso investigar como e se a policentralidade seria reforçada por meio da qualidade do movimento ampliando a quantidade dos centros e subcentros nas cidades, no que se refere à funcionalidade e especialização. Esse cenário deverá levar em consideração que, no conjunto de cidades a serem pesquisadas, há modos de organização e de movimento distintos no que se refere ao paradigma fragmentário. Em termos operacionais, será preciso verificar como a cidade é produzida por separações de diversos tipos e matizes, alimentando a fragmentação socioespacial e, por consequência, a diferenciação e a desigualdade socioespaciais na sua dinâmica de alterar os conteúdos do direito à cidade. (AU)