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Estudo em cultura de células do epitélio brônquico humano (BEAS-2B): a relação da antracose e expressão do gene CYP1A1

Processo: 19/06786-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Mariangela Macchione
Beneficiário:Gabriela Lima Vieira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiopatologia   Biotransformação   Xenobiótico   Antracose   Epitélio   Citocromo P-450 CYP1A1

Resumo

Antracose é uma lesão no tecido epitelial pulmonar e na árvore traqueobrônquica, que pode ser ocasionada pela deposição de partículas da poluição do ar, e geralmente leva a complicações respiratórias em função da inflamação inicial levando a instalação da fibrose por conta da reparação inadequada dos tecidos respiratórios. Um dos mecanismos que ocorre na célula do trato respiratório é a biotransformação dos xenobióticos que estão adsorvidos nas partículas da poluição do ar através de reações bioquímicas específicas, com atuação de enzimas ordenadas. A codificação destas enzimas que auxiliam na excreção de compostos xenobióticos, é realizada pela superfamília de genes CYP sendo o CYP1A1 a principal enzima encontrada no epitélio respiratório responsável pelo metabolismo de xenobióticos. Para os estudos dos efeitos de determinadas células à exposição de partículas, uma co-cultura de dois tipos celulares (epitelial e inflamatória) é a proposta para avaliar aspectos relevantes sobre esta interação tendo como objetivo estudar a expressão do gene CYP1A1, em co-cultura de células BEAS-2B e macrófagos (M1 ou M2), quando expostas a material particulado coletado da poluição atmosférica (PM2,5) e da antracose coletada de cadáver do Serviço de Verificação de Óbitos da Capital da USP (SVO), relacionando os desfechos com a fisiopatologia da antracose.