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Síntese e caracterização de catalisadores de níquel suportados em nanotubos de carbono

Processo: 19/20738-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 08 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química
Convênio/Acordo: BG E&P Brasil (Grupo Shell)
Pesquisador responsável:Claudio Augusto Oller do Nascimento
Beneficiário:Pedro Otávio Ferri Burgel
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50279-4 - Brasil Research Centre for Gas Innovation, AP.PCPE
Assunto(s):Nanopartículas   Nanotubos de carbono   Catálise   Catalisadores

Resumo

Recentemente, catalisadores suportados em materiais a base de carbono, vem ganhando atenção nas reações de reforma do metano, uma vez que este material apresenta alta área superficial, alta porosidade, alta condutividade térmica, baixa massa específica e facilidade de recuperação dos metais da fase ativa ao queimar-se o suporte. Neste contexto, os nanotubos de carbono (NTC) têm sido considerados materiais muito promissores, oferecendo a possibilidade de aplicações em inúmeras áreas da ciência e, em especial, na catálise. Os NTC podem ser empregados como suporte de partículas metálicas para diversas reações, como catalisador nade composição de metano, ou ainda atuar como um nanoreator com nanopartículas metálicas depositas em seu interior num efeito de confinamento capaz de aumentar a atividade e/ou seletividade catalítica. O objetivo principal do presente trabalho é a geração e o estudo de catalisadores de níquel (Ni) suportados em nanotubos de carbono de paredes múltiplas (MWCNT) e suas respectivas caraterizações de área superficial (BET), DRX (antes e pós reação) e TPR. Deste modo, apresenta-se a síntese e caracterização de um catalisador de níquel suportado em nanotubos de carbono de parede composta (MWCNT) para futuramente serem aplicados à reforma seca do metano (DRM). A reforma seca consiste na reação do metano com dióxido de carbono para a geração de gás de síntese. Através deste processo é possível consumir dois gases do efeito estufa (CH4 e CO2) para gerar gás de síntese.

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