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Comparação histopatológica e imuno-histoquímica de sucessivas implantações de fragmentos de carcinoma de células escamosas oral humano em modelo de enxertos ortotópicos derivados de paciente

Processo: 19/21513-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Edgard Graner
Beneficiário:Maria Luisa Oliveira Avoletta
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Carcinoma de células escamosas   Diagnóstico clínico   Histopatologia   Imuno-histoquímica   Proliferação   Transplantes

Resumo

O carcinoma de células escamosas oral (CCEO) é a neoplasia mais comum de cabeça e pescoço e acomete principalmente pacientes do gênero masculino, acima de 50 anos, tabagistas e etilistas, com predileção pela região de borda lateral de língua, assoalho bucal e lábio inferior. Apesar dos avanços no conhecimento da biologia desta neoplasia, as taxas de sobrevida do CCEO permanecem em torno de 55% em 5 anos, devido principalmente aos altos índices de recidiva e metástases. A ausência de modelos animais que mimetizem a evolução da doença prejudica o avanço no desenvolvimento e na análise da eficácia clínica de novas terapias. No entanto, o modelo de enxertos de tumores xenográficos derivados de pacientes (PDTX) pode preencher essa lacuna. Este modelo consiste na implantação, ortotópica (PDTX/O) ou não, de fragmentos de neoplasias malignas sólidas humanas em camundongos imunossuprimidos e, portanto, apresenta alta fidelidade a complexidade e heterogeneidade dos tumores humanos, podendo ser utilizado para tratamento direcionado. Em trabalhos anteriormente realizados em nosso laboratório, foram estabelecidas implantações sucessivas de fragmentos de CCEO no modelo PDTX/O de borda lateral de língua. O presente projeto, tem como objetivo analisar e comparar o padrão de invasão tumoral e o índice de proliferação nas passagens dos enxertos previamente realizados para determinarmos se existe um padrão de desenvolvimento que se mantenha fiel ou se assemelhe à biópsia inicial do paciente. Este estudo será a base para a viabilização de futuros estudos pré-clínicos para desenvolvimento e testes de terapias combinadas visando a personalização e melhoria na escolha do tratamento.