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Plataforma capacitiva eletroquímica em campo, detecção de DENV sem marcador

Processo: 19/24188-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Pesquisador responsável:Paulo Roberto Bueno
Beneficiário:Stephanie Catherine Stoyanow
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/24839-0 - Eletrônica e eletroquímica em escala nanométrica: fundamentos e aplicações, AP.TEM
Assunto(s):Dengue   Arbovirus   Biomarcadores   Eletroquímica   Espectroscopia   Técnicas biossensoriais

Resumo

A dengue é o arbovírus mais importante do mundo, sendo intensificado nas últimas décadas. A detecção precoce da doença é fundamental para a implementação de políticas públicas destinadas a reduzir a proliferação da doença nos países e regiões endêmicos onde o vírus é transmitido. A demanda por mais informações em menos tempo e a um custo menor estimulou novas técnicas para a detecção de analitos. Recentemente, a técnica sem marcador avançou no desenvolvimento de biossensores combinando conhecimento em ciência de materiais, design de computadores e nanofabricação. As abordagens capacitivas sem marcador para aplicações em diagnóstico molecular são atraentes por causa de suas vantagens inerentes no ponto de atendimento, o que é particularmente importante para o diagnóstico de doenças infecciosas ou tropicais negligenciadas. Neste contexto, o presente trabalho tem como objetivo a preparação de um imunossensor capacitivo sem marcador para identificação e quantificação da proteína NS1 em amostras sorológicas de pacientes em eletrodos de ouro convencionais contendo uma monocamada de peptídeo marcado com ferroceno e, em seguida, transferir o sistema para uma superfície de ouro depositada em wafer de silício (desenvolvidos no nosso grupo de pesquisa). A importância de demonstrar a prova de princípios de métodos capacitivos eletroquímicos para aplicações reais em uma plataforma de ponto de atendimento abre caminhos para o desenvolvimento não apenas de dispositivos eletroquímicos miniaturizados baseados em campo e livres de marcadores, mas também de ensaios sem reagentes precisos e altamente multiplexáveis, isto é, onde é necessária uma manipulação mínima possível das amostras dos pacientes. A detecção do biomarcador da dengue será caracterizada pelas técnicas eletroquímicas de voltametria cíclica (VC) e espectroscopia de capacitância eletroquímica (ECE).