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Avaliação do efeito da proteína NS1 e da quercetina como potenciais bloqueadores na progressão da fibrose hepática em ratos com NASH: identificação de biomarcadores metabólicos terapêuticos e profiláticos

Processo: 19/09253-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Fátima Pereira de Souza
Beneficiário:Raquel Arantes Megid
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças metabólicas   Hepatopatia gordurosa não alcoólica   Quercetina   Biomarcadores   Proteínas não estruturais virais

Resumo

A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) é uma causa crescente de doença hepática crônica em todo o mundo. A doença acomete indivíduos que desenvolvem esteato hepatite não alcoólica (NASH), que pode evoluir para fibrose em 20 a 40% dos casos, sendo que 10% pode progredir para cirrose e 1-5% carcinoma hepatocelular (CHC). Na NASH, hiperinsulinemia, inflamação adiposa e hipoadiponectinemia desregulam o turn over de um ou mais reservatórios lipídicos hepáticos, acumulando moléculas de lipídios que afetam os hepatócitos e levam à inflamação, elevando a expressão de IL-6 e TNF-±, importantes citocinas pró-inflamatórias. A proteína NS1 do hRSV, tem importante papel no bloqueio da resposta imunológica, pois leva à diminuição da expressão de citocinas incluindo TNF-±/², IFN-±/², IFN-Ò e fator nuclear kappa ² (NF-k²), interleucinas como IL-1± e IL-6 e inibe a apoptose das células hospedeiras infectadas. A redução da expressão de TNF- ± e IL-6 também foi descrita pelo uso da quercetina, molécula que apresenta potencial na redução do estresse oxidativo. O objetivo deste trabalho é avaliar a resposta terapêutica e profilática da NS1 e da quercetina em ratos com NASH e fibrose hepática induzidas por meio de dieta hiperlipídica deficiente em colina (DHC). O efeito profilático e terapêutico do uso dessas moléculas será avaliado por técnicas imunoistoquímicas, histopatológicas, quantificação de citocinas pró-inflamatórias e pró-fibróticas por Elisa, e metabólitos gerados por RMN. Como resultado espera-se encontrar biomarcadores: metabólicos, de diagnóstico envolvidos na progressão da NASH para fibrose hepática; e terapêuticos, que respondam a modulação e diminuição do processo inflamatório no fígado pelo uso da NS1 e quercetina ou sua combinação. (AU)