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Os lados bons/ruim da luz visivel

Processo: 19/19472-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2022
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Mauricio da Silva Baptista
Beneficiário:Sulbha Sharma
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07937-8 - Redoxoma, AP.CEPID
Assunto(s):Fotobiologia   Fotoproteção   Tecido adiposo marrom   Pé diabético   Transformação celular neoplásica

Resumo

A proteção da pele humana contra a exposição ao sol é uma questão complexa que envolve aspectos ambivalentes da interação da luz com os tecidos. A radiação visível causa desequilíbrio redox e dano celular, embora ainda não seja considerado um carcinógeno classe I, como é o UVA. Um dos problemas que dificulta a caracterização adequada dos efeitos da radiação no visível é a falta de conhecimento molecular que relacione desequilíbrios redox e produtos mutagênicos do DNA. Usaremos modelos celulares para correlacionar a exposição à luz visível com a transformação maligna de queratinócitos. Por outro lado, há evidências crescentes de que a exposição solar de baixa dose tem benefícios, que são apenas parcialmente compreendidos. Em colaboração com a Prof. Alicia Kowaltowski, investigaremos se a luz visível afeta o tecido adiposo marrom, que é um importante regulador metabólico. A proteção contra danos causados pelo sol é imperativa e estratégias para quantificar danos e proteção serão realizadas em ambientes in vitro e in vivo em parceria com empresas de cosméticos. Também acompanharemos o uso benéfico da luz visível no tratamento do pé diabético em um estudo multicêntrico realizado em parceria com vários hospitais. (AU)