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Estudo dos efeitos biocidas de nanomateriais invasores sobre a fixação de sementes de bivalves marinhos

Processo: 19/24945-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 29 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 18 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Denis Moledo de Souza Abessa
Beneficiário:Mariana Bruni Marques do Prado e Silva
Supervisor no Exterior: Roberto Carlos Domingues Martins
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidade de Aveiro (UA), Portugal  
Vinculado à bolsa:18/25379-6 - Estudo da toxicidade de nanopartículas de prata (AgNP) sobre estágios embrionários de ouriço do mar Echinometra lucunter, BP.IC
Assunto(s):Ecotoxicologia

Resumo

Os nanomateriais (NM) têm sido amplamente utilizados, com destaque para as nanopartículas, por seus diversos usos, inclusive em novas tecnologias de compostos anti-incrustantes. As tintas anti-incrustantes contêm biocidas e visam impedir a bioincrustação marinha, que causa aumento dos custos no transporte marítimo. Ainda há pouca informação sobre o risco ambiental causado por esses biocidas e como a sua aplicação em larga escala prejudica a fauna marinha. Uma das alternativas para minimizar esses afeitos é o encapsulamento dos compostos anti-incrustantes em nanocápsulas, conforme novos compostos desenvolvidos pela empresa Smallmatek Ltd., os quais visam aumentar a meia-vida do biocida na superfície pintada, e diminuir a quantidade de biocida utilizado. O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos do biocida DCOIT encapsulado em nanocápsulas mesoporosas de sílica (SiNC-DCOIT) e nanocápsulas impregnadas com prata (SiNC-DCOIT-Ag) sobre o sucesso de fixação da semente de ostra Crassostrea gigas, sendo inovador em âmbito internacional, já que ainda não existem trabalhos realizados com essas substâncias para estes organismos. Os organismos serão expostos a diferentes concentrações dos biocidas, além do controle. Após 72 horas serão observados os efeitos agudos. Em paralelo será realizado um ensaio de 21 dias para estimar os efeitos crônicos; os resultados serão comparados visando determinar a eficácia dos biocidas livres e nanoencapsulados.