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Efeito da sobre-expressão de BMP-9 na diferenciação osteoblástica de células-tronco mesenquimais

Processo: 19/18221-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2020
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Helena Bacha Lopes
Beneficiário:Georgia Kors Quiles
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia oral   Osteoblastos   Células-tronco mesenquimais   Osso e ossos   Repetições palindrômicas curtas agrupadas e regularmente espaçadas   Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Técnicas in vitro   Experimentos científicos

Resumo

Estudos realizados por nosso grupo de pesquisa mostraram que o uso da terapia celular tem grande potencial para reparar tecido ósseo; no entanto, sem ainda induzir a completa regeneração do tecido. Com base nisso, estamos desenvolvendo um projeto com financiamento FAPESP (Projeto Temático, Processo no. 2017/12622-7), para estabelecer uma linhagem de células-tronco mesenquimais (CTMs) sobre-expressando a proteína morfogenética óssea 9 (BMP-9) utilizando a técnica de edição gênica baseada em curtas repetições palindromicas regularmente interespaçadas associada a proteína Cas9 (CRISPR/Cas9) para serem utilizadas nesse tipo de tratamento. Nesse contexto, a completa caracterização in vitro dessas células se faz necessária, previamente aos experimentos in vivo. Para isso, células já preparadas expressando a proteína ativadora da transcrição gênica VPR (grupo controle - CTMs-VPR) e com o RNA guia para o gene BMP-9 (CTMs-VPR-BMP-9) serão cultivadas em meios de cultura osteogênico e não-osteogênico por períodos de até 21 dias e serão avaliados seguintes parâmetros: (1) expressão dos genes marcadores osteoblásticos, fator de transcrição relacionado ao Runt-2 (Runx2), Osterix (Osx), fosfatase alcalina (Alp), osteocalcina (Oc), osteopontina (Opn) e sialoproteína óssea (Bsp) por PCR em tempo real, aos 3, 7, 10 e 14 dias; (2) atividade de ALP in situ, aos 3, 7, 10 e 14 dias, (3) formação de matriz extracelular mineralizada por coloração com vermelho de alizarina, aos 14, 17 e 21 dias e (4) expressão dos genes relacionados com a via de sinalização das BMPs por PCR Array, aos 3 e 7 dias. Os dados serão submetidos ao teste de aderência à curva normal para determinar o teste estatístico adequado e nível de significância será de 5% para a comparação entre os grupos de células. (AU)