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Recuperação autonômica cardíaca e respostas celulares no treinamento resistido excêntrico de baixa intensidade associado à restrição parcial de fluxo sanguíneo: um ensaio clínico randomizado controlado

Processo: 19/17014-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Pesquisador responsável:Franciele Marques Vanderlei
Beneficiário:Igor Martins da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Esportes   Sistema nervoso autônomo   Impedância bioelétrica   Treinamento de resistência   Ensaio clínico controlado aleatório

Resumo

Estudos mostram que programas de treinamento resistido (TR) relacionados a restrição parcial do fluxo sanguíneo (RFS) são capazes de promover ganhos físicos e funcionais tais como aumentar força e hipertrofia muscular, contudo, não se sabe os efeitos autonômicos e celulares da RFS associada à exercício resistido de baixa intensidade. Ferramentas como a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e impedância bioelétrica (BIA), podem ser úteis na avaliação desses desfechos e na melhor prescrição desse método alternativo de TR. Objetivo: investigar e correlacionar as respostas autonômicas e dos vetores da BIA do TR excêntrico de baixa intensidade associado à RFS. Método: trata-se de um ensaio clínico randomizado controlado incluindo 45 homens saudáveis, com faixa etária entre 18 e 35 anos, divididos em dois grupos, com diferentes intensidades sendo elas: 40% sem RFS, 40% com RFS e 80% sem RFS. A intensidade do exercício será determinada pelo pico de torque excêntrico avaliado pelo dinamômetro isocinético e a RFS será determinada como 40% da pressão necessária para a RFS completa sendo avaliada pelo Doppler. Os participantes serão submetidos a um programa de treinamento excêntrico do músculo quadríceps no dinamômetro isocinético na intensidade previamente randomizadas, com duração de seis semanas e frequência de três vezes semanal. As avaliações dos intervalos RR e da BIA serão realizadas na 1ª, 10ª e 18ª sessão de treinamento, sendo que as coletas dos intervalos RR serão realizadas no momento basal durante 15 minutos e na recuperação pós-exercício durante 60 minutos imediatamente após o término da sessão de treinamento, em que posteriormente serão analisados os índices vagais rMSSD, HF [ms2 e nu] e SD1. Já a análise da BIA ocorrerá antes do TR e após o término do período de recuperação pós-exercício e será realizada avaliação global e segmentar, sendo que serão analisados a resistência, reatância e ângulo de fase (phA). Será utilizado o método estatístico descritivo. A comparação dos índices vagais e dos vetores da BIA entre os momentos e grupos será realizada por meio da ANOVA para modelo de medidas repetidas no esquema de dois fatores seguidos de testes post hoc. Para a correlação será utilizado teste de Pearson ou Spearman. O nível de significância será de p<0,05. (AU)