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Obtenção de fibras compósitas ultrafinas de poli(e-caprolactona) e pectina reforçadas com zeólita para liberação controlada de fármaco

Processo: 19/23412-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2020
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Elaine Cristina Paris
Beneficiário:Bruna Santostaso Marinho
Instituição-sede: Embrapa Instrumentação Agropecuária. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA). Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Brasil). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Engenharia de materiais   Mastite bovina   Liberação controlada de fármacos   Materiais nanoestruturados   Materiais compósitos   Membranas   Zeolitas   Pectinas   Policaprolactona

Resumo

A mastite bovina e as afecções de casco são doenças responsáveis por grandes perdas no setor da agropecuária, afetando diretamente a economia. Tais prejuízos estão associados à redução na produção de leite e carne levando a casos extremos de perdas prematuras dos animais infectados. Há no mercado a necessidade de tecnologias de custo acessível que permitam aumentar a disponibilidade e a efetividade de fármacos. O desenvolvimento de sistemas de liberação controlada são candidatos a resolver este problema, pois podem permitir a disponibilização prolongada do medicamento, com menor quantidade aplicada de fármaco, evitando perdas por excesso e intoxicação à saúde do animal. Uma possível aplicação para este sistema é via tópica, por meio de membranas, de modo que a administração se torne menos invasiva e de maior controle da dosagem de fármaco. Na constituição da matriz destes curativos podem ser utilizadas fibras biopoliméricas, aumentando a afinidade com a superfície da pele e minimizando o aparecimento de efeitos colaterais. Assim, no presente projeto de pesquisa, a proposta é desenvolver um sistema de liberação controlada a partir da imobilização de nanoestruturas de zeólita faujasita (FAU) em fibras ultrafinas de blendas poliméricas de policaprolactona (PCL) e pectina (PEC), a fim de atuarem como nanocarreadores de fármaco. Dessa maneira, espera-se que este sistema aumente o controle da disponibilização dos medicamentos no local da doença e se torne uma alternativa efetiva no uso de anti-inflamatórios e antibióticos, aumentando a eficiência de aplicação.