| Processo: | 19/24098-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Pedro de Oliva Neto |
| Beneficiário: | Ana Laura Silvério dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fermentação alcoólica Antibacterianos Etanol Cana-de-açúcar Extratos vegetais Lactobacillus fermentum Saccharomyces cerevisiae |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antimicrobianos | Biocombustível | Fermentação Alcóólica | Lactobacillus fermentum | Fermentação alcoólica |
Resumo O processo de produção de etanol carburante no Brasil é feito a partir da fermentação do melaço de cana, porém este processo não é asséptico e sofre contaminação causada por bactérias, em especial Lactobacillus fermentum, responsável por diminuir a eficiência fermentativa realizada pela levedura Saccharomyces cerevisiae e aumento do custo com insumos. Isto ocorre por competição por nutrientes, com a consequente floculação celular, produção de goma e ácidos. Nas destilarias utilizam-se antibióticos e biocidas com o intuito de inibir a proliferação bacteriana, contudo acabam gerando bactérias resistentes, aumento do custo do processo, além da contaminação química do fermento o que dificulta também a sua comercialização, na forma de farinha de levedura. Para alterar esse cenário, o presente estudo consiste em testar novos antimicrobianos de origem natural, possivelmente presentes em extratos vegetais das plantas A. americana, A. classiflora, E. urograndis, P. venusta, S. saponária L, S. campanulata,e T. procumbens L. Os microrganismos usados neste trabalho serão o L. fermentum ATCC 9338 e S. cerevisiae M-26. Inicialmente serão realizados testes de inibição em tubos de ensaio, para determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM) das bactérias por meio dos extratos vegetais. Os extratos com potencial antibacteriano e sem ação antifúngica serão utilizados para extração por solventes orgânicos, com o intuito de potencializar a ação e novamente serão avaliados quanto à CIM. Aqueles que apresentarem as menores concentrações serão utilizados para testes de fermentação alcoólica, simulando a operação industrial em batelada alimentada com culturas mistas de S.cerevisiae e L. fermentum. Serão avaliados o crescimento microbiano, viabilidade celular, acidez e rendimento alcoólico. | |
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